[RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

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[RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Noah Van Der Wölffmeyer em Sex Maio 13, 2016 2:13 pm

— PANDEMONIUM
A postagem é iniciada por QUEM QUEIRA PARTICIPAR. Estando então, ABERTA para os demais. Passando-se esta em 13/05/2016, PANDEMONIUM. O conteúdo é LIVRE. A postagem está EM ANDAMENTO.

Pandemonium:
Pandemonium

Pandemonium é um nightclub (clube à noite) usado por todas as raças para festejarem mesmo sem ter conhecimento de cada um o que é. O local é só aberto à noite a partir das 10PM (22h), onde jazem diversas áreas no local que os seres podem usar e usufruir. A residência está sob o comando por um bruxo chamado Magnus há 300 anos quando este criou.

A entrada é uma porta vertical de largo porte a fim de permitir que diversas "pessoas" entrem simultaneamente. Sobre o portão de entrada há um letreiro escarlate com Pandemonium gravado, mas pisca "demon" ora ou outra.

No lado interior do clube é onde a diversão vive, este que é tem um tom enegrecido, contudo, ele é iluminado por iluminadores de muitas cores coloridas. No lado direito há o bar com uma variedade excêntrica de bebidas que você possa imaginar. No lado contrário ao bar você pode achar a ala social, local repleto de mesas de forma circulares com cadeiras para que os viventes possam se socializarem e conversarem com mais calma. No centro pode-se achar talvez a área mais usada, a danceteria que cabe milhares de pessoas até. Mais ao fundo, logo após a pista de dança, tem talvez a área mais cobiçada pelo povo que frequenta Pandemonium, a Área Vip, esta que só pode ser acessada caso o próprio Magnus te convide.  

— exilium rpg
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Stephen Woźniak Myers em Sab Maio 14, 2016 11:08 am



Live and let die

Passava-se um pouco mais das 22h quando a figura austera de um rapaz de feições firmes e audaciosas — que, ironicamente, contrastavam com o olhar vago e despreocupado dele —, adentrou o ambiente opaco da boate. Envergava vestes neutras, nada alarmantes: apenas a camisa xadrez de tonalidade acinzentada com as mangas longas dobradas à altura dos cotovelos, complementada pela calça jeans desbotada e um par de tênis casuais. Com seu habitual caminhar vagaroso e relativamente desleixado, ele foi ganhando terreno, avançando resoluto pelo mar de pessoas já presentes.

Stephen valia-se da própria lentidão no intuito de angariar tempo suficiente para fazer uma breve porém eficaz avaliação do novo território em que se achava. Constatou primeiro as particularidades dos convidados ali presentes, todas parecendo-lhe estranhamente excêntricas. Em seguida, o olhar examinador percorreu outras áreas, e acabou estabelecendo um contato fixo com o bar logo à direita. Aparentemente, uma sensação de satisfação e agrado lhe irrompia por dentro, pois seus lábios revelavam um sorriso que, embora não muito alargado, oferecia uma visão clara de seu entusiasmo.

Sob o estrondoso ruído pulsante e contínuo da música, não demorou-se muito ali. Nos segundos seguintes, encontrava-se confortavelmente postado em frente ao balcão do bar, os cotovelos apoiados sobre a superfície lisa do objeto, o rosto pousado sobre uma as mãos erguidas como suporte. Com uma expressão que sugeria reflexão, os olhos chisparam de um lado a outro, repetidas vezes, pela prateleira a alguns metros adiante, em cuja as incontáveis opções de bebidas faziam-se visíveis.

De súbito, a silhueta de um sujeito desconhecido à sua percepção brotou no seu campo visual. Pelos trajes criteriosos e o sorriso receptivo, julgou de imediato tratar-se do barman, que demonstrou profissionalismo ao questioná-lo se desejava algo para beber. Stephen assentiu. — Apenas duas doses de uísque. E com bastante gelo, se possível. — O barman lhe sorriu em resposta e deu meia-volta a fim de dispor a bebida ao cliente. O instante de espera foi curto; adiante, a taça preenchida pelo líquido quase translúcido pairava sedutora. Stephen a trouxe em uma das mãos, vergou-a em seus lábios e sorveu dois longos goles do uísque. Um suspiro de satisfação escapou-lhe. Por ora, restaria cauteloso em seu espaço reservado, disparando olhares diligentes ao extenso recinto.

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Wyatt B. Gallagher em Sab Maio 14, 2016 5:49 pm




 
 
 











Não podia dizer que a América era ruim, mas os hábitos ainda me eram estranhos, talvez por eu estar misturando conhecimentos demais ao longo dos anos. Quando vivi com minha mãe no oriente, apesar das diferenças físicas com ela sempre fiquei afastado do urbano e vivemos com mínimas diferenças entre os materiais e as novidades entre séculos. Claro que algumas mais importantes que outras como água encanada e o banheiro dentro de casa nos fizera mudar algumas vezes mais do que comum.

Eu particularmente preferia o frio, então desde que assumi o cargo de minha mãe como líder de minha raça, não sendo uma ditadura, me mudei sozinho para o ocidente para mais liberdade e sem tanto risco de ser reconhecido. Difícil foi me estabelecer e acostumar com aquele ritmo mais agitado, nem as noites foram calmas para dormir nos primeiros dias. Não me orgulhando trocava os dias pelas noites e foi assim que encontrei um clube incomum.

Procurava um emprego alguns anos atrás, fiquei ligado a cultura por interesse de coisas mágicas podendo aparecer com o tempo e talvez adquirir algo poderoso. Trabalhei em um museu como curandeiro do local e peguei a conversa de um casal sobre um clube para todas as raças. Foi quase estranho conseguir ouvir a conversa e o grupo de visitantes do museu falarem tudo que eu precisava saber do clube e talvez até mais.

Retornando pra casa pra me trocar e não ir formal demais, segui talvez um pouco suburbano demais com boné e casaco estampado. Não tinha o visual com idade muito física e apesar daquela coceira de que encontraria outras raças, adoraria conhecer novidades da cidade. Chegando ao endereço de táxi e cortei a fila descaradamente sorrindo para o segurando e tocando sua mão enquanto o olhava nos olhos para reforçar o que queria. Não assim afetivamente, fui mais rude do que romântico mesmo com o carisma, olhei para o local analisando negativamente quase todos os ambientes e afirmei apenas para o bar.

Bati no balcão de leve chamando o garom e perdi uma cerveja. Foi rápido a chegada da cerveja, mas pude ver um copo com talvez gelo demais pra apenas... farejei um pouco o cheiro do copo e registrei que era uísque. Era um absurdo aquele pedido que não me recolhi em falar com o cliente: - Sabia que esse gelo todo estraga o sabor? Porque não uma bebida já comumente gelada de uma vez? - Dei de ombros terminando de falar e dei um gole na cerveja com a boca no gargalo esperando alguma desculpa ridícula pro ato dele.
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Stephen Woźniak Myers em Sab Maio 14, 2016 11:13 pm



Live and let die

Stephen precisava admitir a si mesmo que não era a pessoa mais adequada para se permitir um instante de distração, como agora, em lugares demasiado dinâmicos — particularmente quando se tratava de boates. Chegou a essa conclusão logo nos primeiros minutos no bar; achava-se obviamente desacompanhado, entediado, ainda bebericando o mesmo uísque que pedira na sua chegada. O porquê de ele ter ido parar ali, o próprio Stephen não saberia dizer. Jamais fora um sujeito capaz e assíduo no que se refere ao ato de socializar, afinal. E eis a consequência de comportar uma personalidade tão exótica. Naquele instante, sua melhor companhia era o álcool. Definitivamente.

Ademais, a música alta e estridente o incomodava, o burburinho de vozes aleatórias lhe provocava uma sensação constante de inquietação, e a combinação de aromas variados ao redor penetrava-lhe o olfato como um açoite aos seus sentidos, comumente tão aguçados devido à singela particularidade lupina. Chegou a flertar com a opção de deixar o local depois que sorvesse o restante da bebida. Estava de fato considerando tal possibilidade.

Uma figura misteriosa, no entanto, irrompeu ao lado, ocupado o espaço vazio em frente ao balcão, fazendo-o, por ora, livrar-se do pensamento. Relanceou o olhar ao recém-chegado, mas sem dar-lhe a devida importância. A atenção retornara ao uísque. Até então, nada muito incomum revelou-se na cena. Porém o sujeito parecia irradiar uma espécie estranha de aura, podia-se dizer. Algo distinto exalava dele, isso Stephen pôde vislumbrar. Seus instintos afloraram.

De repente, a voz do rapazote irrompeu de sua garganta, lançando a Stephen duas perguntas que, a princípio, julgou-as banais, desnecessárias. Sem hesitar, replicou: — Você por acaso é algum tipo de perito em bebidas? Ou é apenas o tédio te causando esse acesso de ousadia? — Não havia necessariamente rispidez nas palavras de Stephen, e sim algo mais próximo do desdém. Nessa hora, se atreveu a fitá-lo, enfim distinguindo os traços absurdamente simplórios do desconhecido. — Se estiver mesmo incomodado com isso, peça-me uma nova bebida, comumente galada, e me diga por que está aqui, puxando assunto com a porra de um estranho.

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Wyatt B. Gallagher em Dom Maio 15, 2016 1:15 am




 
 
 











Enquanto bebia daquela bebida engarrafa um tanto quanto normal e sem efeitos do garçom, ouvia as palavras ásperas do outro. Me surpreendi com aquela atitude, mas não pelo que ele falara, e sim pelo que refletia em mim. Nunca sabia se estava me intrometendo nas coisas dos outros demais, se estava no limite e se realmente havia um limite que tivesse exceções para ser quebrado.

Era pouco comum me colocar no lugar do outro, mas refleti rapidamente sobre minha atitude como um desconhecido fazendo tal comentário absurdo. Colocando é claro alguma atitude pessoal minha ao invés do que eu fiz e realmente não teria uma boa recepção do comentário. Havia outras circunstâncias ligadas ao sobrenatural e não só era perigosas, como subjetivas porque poderia ser um vampiro, um lobo de matilha, ou solitário, talvez até um anjo analisando o ambiente do “pecado”.

Decidi pela atitude mais passiva e bebi um pouco da cerveja e tornei a fitar o Senhor Rude. Tentei sorrir, mas parei de tentar e o respondi: - Não, não. O gosto é seu e deve beber como quiser seu drink, mas pensa um pouco comigo. Tem bebidas que não precisam de gelo e o liquido em si se gela sozinho como a cerveja e a vodka pura. Tem bebidas quentes que se colocam gelo algumas vezes e também tem as bebidas que se bebe com gelo que geralmente são os coquetéis batidos, mas muitas vezes servidos sem gelos.

Bebi mais um gole da cerveja e logo depois de colocar a garrafa no balcão, arqueei as sobrancelhas em desafio ao desconhecido com a minha fala: - Se você quer afogar as mágoas, beba algo ruim que vai te embebedar mais rápido como a tequila. Se quer se divertir tem a vodka. Se está querendo algo comum, bom e sem aquela coceira na garganta pelo resto da noite, tem a cerveja. - Neguei com a cabeça: - Uísque é pra quem teve um dia de cão.

Pausei um pouco pra respirar: - Seja por trabalho, relacionamento, ou alguma outra merda, só quer se punir de forma lenta, mas forte. Se eu estiver certo, você tem razão com a escolha da bebida, mas o gelo não vai fugir e bebendo rápido não terá prazer e se beber devagar vai acabar ingerindo mais água do que qualquer coisa. - Respirei fundo e bati de leve no ombro dele: - Mas é você que sabe. - Me virei novamente para o outro lado do bar e dei mais um gole na cerveja, mas tornando a repousar a garrafa no balcão de novo.
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Stephen Woźniak Myers em Dom Maio 15, 2016 2:09 pm



Live and let die

A falta de aptidão por civilidade tornara-se uma das características mais vívidas na postura de Stephen. Não somente agora, mas em toda a sua existência, o rapaz desafiara as controvérsias da vida a mudá-lo, e nenhuma fora capaz. Sua natureza era algo imutável, afinal. E o sujeito ao lado provavelmente pôde sentir um pouco dessa amarga recepção. O mais surpreendente, porém, fora o fato de que ele, em vez de manifestar assombro ou afronto, permanecer firme, decidido, no bendito espaço ao lado, expressando feições impassíveis. Precisava reconhecer: o intrometido tinha uma certa dose de atitude no comportamento, e Stephen, involuntariamente, sentira um grau maior de respeito por ele — embora ainda o quisesse longe. Mantenha-se afastado, gritava o semblante irritadiço do lupino.  

Foda-se. O que mais tinha a fazer senão ceder um pouco de atenção a um intruso cuja capacidade de julgamento perante a bebida alheia tinha ares de comicidade? Sim, isso mesmo: de certa maneira, Stephen achara graça na introdução do rapazote. Um gesto tão inabitual merecia um pouco de tolerância. Por isso decidira que iria escutá-lo, e não simplesmente forçar a sua saída daquelas proximidades do bar. Ainda assim, Stephen entornara a taça de uísque sobre os lábios, tragando boa parcela da bebida como que para desafiar o recém-chegado. Seu insistente sorriso desdenhoso ganhara proporções provocativas nessa hora... e enfim ele registrou o que aquele desaforado tinha a declarar.

Seguiu-se então, da boca do jovem, um fluxo intenso de palavras, um verdadeiro jorro de explicações. Não, não... Ensinamentos, pois a Stephen pareceu-lhe impressionante o modo sistemático de sua averiguação a respeito das bebidas. Ele demonstrava uma autoconfiança notória conforme evidenciava, detalhadamente, a eficácia das diversas opções às quais o lupino poderia se valer. E, admiravelmente, foi mais além: conseguira — talvez imperceptivelmente ou não — interpretar com exatidão a escolha do licantropo. Tantas minúcias a serem absorvidas fizeram brotar no rosto de Stephen uma fisionomia estupefata. Lançou um olhar embasbacado primeiro ao restante do uísque, depois ao garoto enigmático, agora virado para o outro lado.

Se deu conta de que a aversão pelo sujeito se extinguira, e em seu lugar brotara uma leve faísca de respeito. Stephen, portanto, atreveu-se a tocar-lhe o ombro a fim de sua atenção. — Ei, você. Porra... Isso foi… impressionante, devo admitir. Como sabe de todas essas coisas, huh? Maldição, cara. Você... sabia de tudo isso desde a sua chegada aqui? Tive a impressão de que já tinha noção a respeito do dia lixo que tive e eis o porquê de estar aqui me servindo de um maldito uísque para tentar dissimular a inquietação. — O tom urgente e atropelado de suas palavras confirmava a curiosidade genuína de Stephen. — Quem é você? — Dessa vez, a pergunta veio certeira, formulada por um timbre determinado.

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Zoë Dreer Collucci em Dom Maio 15, 2016 3:26 pm

I'm the beauty and the beast

I feel it deep within
It's just beneath the skin
I must confess that
I feel like a monster
A
 
princípio a cidade parecia não prometer nenhum divertimento, talvez à comida em abundancia e nada mais. Um convite inesperado para a morena veio de sua irmã de raça, Juliett –ou apenas Ju –, que comentava muito sobre uma boate muito movimentada, a questão é que Zoë não gostava de aglomerações, aquilo a deixava zonza. Em primeiro momento, a morena deixou o convite em aberto, decidindo se preocupar com os planos feitos há um mês, em Paris em conjunto com Lex. Sua missão não era ficar na cidade festejando, o real motivo era o trabalho e a sobrevivência da raça, um assunto chato, porém necessário.

Zoë passou a tarde inteira tomando chá e lendo alguns livros, alguns diários que sua família relava encontro com outros tipos de espécies comumente perigosas. Fato que o tédio começou a consumi-la, apesar de relutar em ir a tal boate. Ao entardecer ela mandou uma mensagem para Ju, confirmando sua presença a tal boate. A híbrida deixou os livros de lado e fora tomar um relaxante banho, acompanhado de uma taça de vinho, a águe quente caia sobre a pele macia enquanto o paladar era aguçado pelo vinho, quase da idade da morena. Os olhos se fecharam por um instante, abrindo-se com o som do celular tocando.

Juliett, 21:45
Eu me atrasarei, mas te encontro lá!
Mensagem sms.

A mensagem relaxou mais a morena, que não precisaria ter pressa agora, terminou o vinho e logo o banho, enrolou-se na toalha e caminhou ate o closet mordendo o próprio lábio inferior sem saber o que vestir, decidindo optar por um vestido mais justo na cor bordô. Jogou a toalha no chão e colocou as peças intimas, vestindo por fim o vestido que era acima do joelho. O sapato era na cor nude, salto agulha de 15 cm. Um brinco comprido  de ouro com quatro rubis pequenos, indo quase ao ombro da morena ,  deixando um toque sofisticado. Zoë optou por deixar os longos cabelos soltos com leves ondulações. O retoque do batom na mesma cor que o vestido, mais uma checada no visual e finalmente ela estava pronta.

Enquanto descia pela longa escada, Zöe olhou para o relógio, conferindo se não estava mais atrasada que Juliett.  ‘22:40’ marcava o relógio, ainda não era de se preocupar. Nessa ocasião eixou de lado sua moto, pedindo um táxi, saiu da casa e o carro alugado já lhe esperava, o homem abriu a porta e lhe deum um sorriso simpático, Zoë o ignorou, apenas entrou logo dando o endereço, puxou da pequena bolça o batom, retocando novamente, indo finalmente para o destino.

Finalmente as luzes mostravam que o lugar estava certo, o nome da boate era bem convidativo. O carro estacionou em frente a boate, o homem saiu do carro e abriu novamente a porta para a morena, que deu o dinheiro pelo serviço prestado e sem delongas entrou no local, os olhos não perdiam nenhum detalhe do ambiente lotado, caminhou até o bar, sentando-se em um dos bancos desconfortáveis, dando algumas olhadas ao redor para ver se Juli estaria lá, procurou por outra moça, Abigail que conheceu a pouco tempo, um rosto amigo era sempre bem-vindo.

O garçom sorridente perguntava o que a morena iria querer, sangue seria uma boa opção, ainda mais vindo daquele suculento pescoço, porém deveria manter esse lado  sanguessuga escondido.  — Um Martini de cereja com gelo — pediu no balcão, o homem saiu pra fazer seu pedido. A música, as luzes o tilintar dos copos e o burburinho das vozes altas, faziam a espera da bebida quase uma tortura, a morena apoiou um cotovelo na mesa deixando a mão sobre a face enquanto via sua bebida ser preparada. Em uma das vezes que olhava a procura das amigas, pode perceber dois rapazes conversando a seu lado, um casal talvez? .

O bar tênder entregou a bebida para ela, Zoë pegou o copo e levou aos lábios bebericando o líquido, enquanto virava-se para a boate esperando que algo de interessante acontecesse, ou apenas que as mulheres chegassem. —Esse lugar não parece ser tão interessante! — Tomou mais um gole, acabando com o líquido no copo, enquanto resmungava sozinha.
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Wyatt B. Gallagher em Dom Maio 15, 2016 4:54 pm




 
 
 











Não sabia que poderes ainda viria a ter no futuro, esperava pelo menos algumas coisas no mesmo âmbito de minha mãe, mas era variável o que eu assumiria para minha natureza. Minha mãe era tida como supervisora geral das meninas, era quase extinto ver um homem como kitsune na aldeia, ainda mais um da minha idade. Não me enturmava com qualquer um, mas conseguia manter uma relação de curiosidade com as mais velhas e também com os poucos homens que já eram de idade avançada.

Não vou mentir pra mim mesmo aquelas conversas muito instrutivas, porque não eram, eu praticamente registrava as coisas como erradas. Não iria admitir um casamento arranjado como algo correto, nem pra aldeia e nem para o meu direito de liderar. “Homens não lideram kitsunes nas batalhas” Cansei de ouvir isso, mas também cansei de destruir salas de aula durante a noite apenas por esses discursos ridículos.

Já imaginei ter vivido com meu pai, mas entre a vida chata na aldeia e viver como pirata pra morrer no mar, meu enjoo já quase fazia a cerveja retornar para a boca só de pensar nisso. Não abria mão da minha linhagem e ensinamento nesses séculos, mesmo meu pai morrendo no início eu tive meu hobbie com bebidas com ele. Sorria lembrando dele bebendo um rum aguado da taberna como se fosse a melhor coisa do mundo.

Ainda bem que não o serviam saquê pra ele, receio com ladrões pode prevenir destruições às vezes. Bebi mais um gole da cerveja e pisquei forte ouvindo o ‘porra” do homem ao meu lado. Eu realmente não tinha me acostumado com aquela liberdade do ocidente, se eu me sentia incomodado com aquela atitude, acho eu que estava um pouco puritano demais. Eu deveria ser mais maleável, mas era estranho eu sair de uma lembrança com um “porra” no meu ouvido.

Registrei a fala do desconhecido e terminei com a cerveja enquanto o ouvia, bati com o médio e indicador no balcão pra me servirem outra. Sorri sem graça e entortei a boca enquanto fitava o desconhecido, não deveria falar que eu era pra todo e a direita, mas eu sentia o sobrenatural naquele cara. Não tinha aquele cheiro de morte com sangue dos vampiros, o odor de perfume comum das kitsunes – se eu não havia puxado fisicamente minha mãe, não posso cobrar dos outros a mesma coisa – me confundia aquele cheiro de pelo sem mais detalhes.

Ouvia histórias de lobos, mas no Japão nunca encontrei nenhum desse tipo e realmente a principal função da minha viagem é a de aprender outras culturas e novas coisas. Não considerava que o rapaz fosse algo mais drástico como um demônio, ou um anjo porque ou eu já estaria morto, ou ainda apanhando de algum amigo grande que fazia o serviço sujo enquanto o outro apenas bebia em paz. Optei pela resposta resumida e sucinta para se dar sem definir nada em particular:

- Me chame de Wyatt. Meu pai era um pirata inglês e achava rum a bebida mais forte do mundo. - Sorri pelo comentário em seguida: - Ele nunca tomou saquê no Japão e nos bares o serviam rum com água. Eu soube disso pela minha mãe porque meu pai tende a fazer merdas quando vinha pra casa. - Dei de ombros: - Algumas precauções, poucas visitas, ele morreu cedo. Mas levei pra frente a ideia das bebidas, porque tem aquele ditado da comida “Você é aquilo que você come” e tem o da bebida “Você bebe aquilo que quer sentir.” - Dei de ombros e já esperava ter deixado ele levemente mais confuso.
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Maia Theresa Grimsworth em Dom Maio 15, 2016 8:00 pm


keep our bussiness on the low-low
I only call you when it's half past five.


Sinceramente? Eu não sabia porque a garota tinha me chamado para ir à festa. Mais sinceramente ainda? Eu não dava a mínima. Meu reflexo no espelho mostrava o vestido vermelho colado e a bota que eu tanto gostava, e um sorriso se abriu em meu rosto. As madeixas aloiradas caíam por meus ombros e paravam na altura de meus seios: um penteado que eu tinha passado a usar muito desde a virada do século XXI. Essa era uma das coisas mais legais de se viver tanto: acompanhar a moda e tudo o que muda nela - incluindo os penteados e os sapatos -. Meu corpo voltou a se mexer pelo quarto, pegando as últimas coisas para então me dirigir até a festa. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Zoe, a avisando que já estava indo em direção ao local.

***

Meus olhos percorreram a entrada do local, os holofotes giravam para todos os lados, e, de onde eu estava, conseguia sentir o calor humano que exalava dali. Eu não tinha chegado o que podia se falar que era cedo, mas a festa ainda estava no começo. Abri a porta da Mercedes e toquei o salto no chão, segurando a mão do homem que estava ali para guardar o baby.

-Eu juro, um arranhado e faço da sua vida um inferno. Eu conheço o Satã, não me subestime.

Pisquei para o menino e lhe entreguei as chaves, logo arrumando meu vestido, o puxando levemente para cima. Passei pelo tapete na entrada e antes que eu pudesse notar, já estava em meio aos corpos dançantes, bêbados e drogados. Ah, a mistura perfeita para que o caos se propagasse. Talvez eu até conseguisse uma transa/lanche da meia noite sem ao menos fazer um esforço. Observei o local mais uma vez, me colocando nas pontas dos pés para finalmente achar uma morena que gritava algo que eu não conseguia entender por conta da música alta. Balancei levemente a cabeça e me coloquei a andar até a menina.

Eu passava por detrás das pessoas, sem realmente encostar nelas. Sentia olhos em mim e logo em seguida as pessoas encostavam umas nas outras falando alguma coisa. Um meio sorriso tomou conta de mim e eu cheguei atrás de Zoe, que procurava alguém em meio a multidão. Zoe e eu não éramos o que você pode chamar de melhores amigas. Eu a conheci quando precisou que eu ajudasse a matar um cara qualquer, e acabamos fazendo um pacto alimentício, que ajudaria ambas no que precisávamos: humanos. Mesmo assim, ela não era a primeira pessoa a quem eu recorria quando estava com fome, mas era uma menina legal para estar com em festas. Segurei sua cintura e colei suas costas com a minha frente, passando o nariz levemente em seu pescoço.

-Essa carne dava uma boa comida, não acha?

Dei uma risada com a pergunta retórica e esperei que ela se virasse para finalmente me abraçar. Retribuí o gesto e logo virei para o barman que estava ali, abrindo um sorriso de canto ao pedir um whisky. Virei de costas e me apoiei na bancada com os cotovelos, olhando ao redor da garota em minha frente.

-Me diga, quem são suas presas para hoje?


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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Archie Englert Holmberg em Dom Maio 15, 2016 8:20 pm


troublemaker
❝ Wanna be a Troublemaker ❞

— R.I.P. To My Youth...

Neste instante a melodia musical se iniciou, onde logo se espalhou pelo os quatros paredes da “residência” em questão de nanossegundos. Ecoou. É impressionante a velocidade em que o som percorre uma área, seja ela grande ou pequena, e/ou média. Contudo, a mesma não chega a ultrapassar a da luz, a qual é gritantemente mais ligeira. Bem, o ressonar da tal música fez com que o rapaz que repousava sobre o seu leito, acordasse logo em seguida. — R. I. P. to my youth... – Murmurou sem som, movendo os lábios conforme a música prosseguia a tocar. Nenhum sonido pode ser ouvido pelo o lado exterior do quarto do rapaz de madeixas douradas devido às paredes que são reforçadas com um material esponjoso, o qual impede a passagem dos tais sons para que os outros escutem. Essa é uma das muitas vantagens que sem ao pôr material a prova de som em seu quarto.

O moreno levantou-se de forma levanta vagarosamente, mas, principalmente, preguiçosa. Suas mãos moviam em meio ao ar quase que de modo simultâneo, imaginando que estivesse a segurar baquetas e, com elas, a bater sobre os equipamentos que compõem uma bateria. Ilusão mesma, e é uma boa ilusão musical. Ali, no seu quarto, tem três instrumentos, no entanto, esses são sós de corda: duas guitarras e um violão. Lentamente seus olhos perpassaram pela as redondezas, verificou se tudo está como costuma deixar – sutilmente bagunçado -, e aparentemente está. — Ufa. – Disse em tom baixíssimo, tem um “TOC” ao ver aquilo desarrumado.

A mão esticou até em direção a uma parede alheia, nela pegou o violão que tem. Pousou o corpo do instrumento sobre a coxa da perna direita; a palma destra ficou na região onde se toca (nas cordas na área do corpo); a palma canhota, pro sua vez, arrastou-se até o braço do violão, ali formaria os acordes. Mudando progressivamente as posições dos dedos do súpero membro esquerdo enquanto roçava os extremos do direito sobre as cordas, ele tocou a música enquanto a mesma continuava a ressonar. What do I do? What do I do? I don't believe it if I don't keep proof. I don't believe it if I don't know you. I don't believe it if it's on the news or on the Internet. I need a cigarette... Seus lábios em movimentos sincronizados acompanham a canção ao mesmo tempo em que Oliver a cantou mentalmente.

Então colocou o violão sobre a cama, fitando o sol que estava a se pôr através da janela de seu quarto. – Caralho, já tá escurecendo. Quanto tempo eu dormi? – Indagou ao desviar os glóbulos oculares pro relógio no cria-mudo logo ao seu lado. – Dormi o dia inteiro. De novo. – Respondeu para si, dando de ombros para o horário, pois estava cedo ainda para o evento. – Tenho tempo até o Pandemonium abrir. – Prosseguiu pegando o celular de seu bolso, olhando as mensagens que havia nele.

Grupo "Se todo mundo se organizar direitinho, todos transam".

Seba Au-Au: Que hora começa o trem?

Zozoyuda: Depois das 22h.

Stephanie Bo$$: Bora fazer uma tórrida cam, vulgo, sexcam?

Zozoyuda: Claro, lindo.

Seba Au-Au: To de boa aqui.

Maia, Inca e Astecas: To de boa aqui ²

O bastardo não conteve o riso com o papo que aqueles seres que conhecia “doutra vida”. Se deitou sobre o leito novamente, ainda com aparelho celular em mais e começou a responder.

Olívio Dutra: Que bosta é essa?

Seba Au-Au: Sei de nada, lesk.

Olívio Dutra: Cês vão ir no Pande afinal?

Zozoyuda: Claro né
Não perco a chance de ficar me esfregando nos minos, e nas minas também

Stephanie Bo$$: Eu vou, porque quero achar uma mina que nem precisa ser lobisomem, mas vou fazer ela acuar a noite inteira.

Olívio Dutra:
Que bosta de piada, cara.

Maia, Inca e Asteca: Se eu tiver vontade e energia, acho que vou

Seba Au-Au: Tá sem energia por que, Maia?


Olívio Dutra:

Zozoyuda:

Maia, Inca e Asteca: Eu tava fazendo um teste, seus retardados Rolling Eyes

Seba Au-Au: Teste do sofá, né?

Zozoyuda:

Olívio Dutra:

Maia, Inca e Asteca: Não. Prova mesmo, seus cuzões Rolling Eyes

Olívio Dutra: Então, vejo vocês lá.

“Não posso esquecer-me de falar com ela”, comentou em seus devaneios enquanto acessava o perfil da garota, Aj. Mordiscou a parede interna da bochecha, voltando a se sentar sobre a superfície confortável da cama, repousando a região dorsal do seu corpo na cabeceira.

Aj K. Jul.-Lisenbrödher aka Kat.

Dante: Kat?

Kat: Hm?

Dante: Tá podendo falar? Se não puder falo contigo mais tarde.

Kat: Não. Não
pode dizer.

Dante: Tá livre hoje?

Kat: Estou. Por quê?

Dante: Sabe que tem no festa no Pandemonium hoje, né?
Tá afim de ir?

Kat: Claro! Vou me arrumar.
Te vejo lá.
xoxo.

Dante: xoxo.  

Oliver pôs o seu o celular para carregar, pois estava com os últimos por centos de bateria. Então andou até em direção ao seu banheiro num canto do seu quarto, tirando a roupa logo quando colocou o primeiro pé lá dentro. Adentrou o box com o Deus nórdico Loki balançando de um para outro em um efeito de pêndulo, este que também é apelidado por Paçoca por motivos que não vem ao caso. Ao girar a “maçaneta do chuveiro”, sentiu a água cair gota por gota em efeito cascata, atingindo primeira as suas mechas douradas e depois escorrendo pelo corpo inteiro.

[...]

Depois de se banhar, o bastaard trajou conjunto vestuário preto: uma calça jeans enegrecida, uma camiseta preta sobreposta por uma jaqueta de couro da mesma coloração, um sapato também negro; além do colar que ganhou de sua mãe Ivy, uma anja, momentos antes desta falecer. Penteou as suas mechas, mas acabou por bagunça-las no final. Saiu de moto do prédio do seu apartamento, rumando até o Pandemonium ao mesmo tempo em que desviava dos veículos que jaziam nas vias e estradas, chegando ao local certo tempo depois.

Estacionou a sua Harley-Davidson em qualquer ponto mais próximo da entrada do clube, entrando neste alguns segundos após o fazer. Seus olhos claros circundaram o lado interior de Pandemonium, procurando a sua “namorada” e também os seus amigos. – Ah lá as duas. – Comentou ao tom mínimo quando reparou que Zoë e Maia não muito distante dele, que estava andar em direção a elas enquanto desviava das pessoas. – Filho da puta! – Exclamou em um murmúrio quando um ser qualquer pisou sobre o pé de Oliver, fazendo que o loiro quase desse um murro nele. – Uma vodca, garçom. – Pediu a ele, que logo trouxe a bebida para o rapaz em uma taça com um limão na beirada. O líder dos bastaard bebericou aos poucos, constatando que o líquido quase que transparente descia rasgando pela garganta do rapaz.

Ao se aproximar o suficiente de ambas pelas costas, tocou o ombro de ora uma ora a outra. – E aí. Já estão analisando as suas vítimas, meninas? – Indagou, bebendo mais um pouco do conteúdo que jazia no recipiente em suas mãos. – AH. – Falou, fazendo uma pausa abrupta. – Vocês viram a Kat? Quero dizer... Viram a Aj? – Perguntou, enxergando ao redor, procurando pela mesma. Quando direcionou a face à entrada e, juntamente, suas orbes oculares, vislumbrou a garota a chegar, então o mundo em torno dele ficou imobilizado, paralisado, exceto a morena. – Achei. – Sibilou, caminhando para em direção a jovem moça. – Hey, Kat. – Disse em um murmúrio ao se por a frente da garota, esboçando um sorriso de canto em sua boca ao criar uma curvatura nas arestas de sua boca, analisando-a de cima a baixo. – Vem comigo, achei a Zoë e a Maia. – Estendeu a mão para ela, conduzindo para em direção à híbrida e à rakshasa.






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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Zoë Dreer Collucci em Dom Maio 15, 2016 9:01 pm

I'm the beauty and the beast

I feel it deep within
It's just beneath the skin
I must confess that
I feel like a monster
Z
 
oë começou a perder a paciência, a amiga não chegava e a bebida havia acabado. — Queridinho, mais um Martini — ordenou ao homem que secava alguns copos,  a música penetrava no cérebro da morena, o que a deixava tonta sem ao menos ter enchido a cara. Sabia que se Juliett não viesse, poderia contar com sua “amiga” Maia, seus gostos eram diferentes, porém quando se tratava de bebedeira e farra ela era a companhia perfeita. É de certo modo uma das poucas pessoas que Zoë confiaria para estar em um lugar aonde sua guarda estaria baixa, ainda mais com álcool envolvido.

Em seus devaneios ainda sem sentido, sentiu um corpo quente roçando em suas costas, o sussurro logo se fez conhecido, Maia finalmente havia chegado, e sexy como sempre. Um sorriso de orelha a orelha brotou repentinamente, abriu os braço e pulou em um abraço apertado na loira —Acho que vou pegar aquele cachorro ali... — falei quase berrando para que Stephen pudesse escutar. A morena afastou-se, passando os olhos por toda a extensão do corpo de Maia — Quanto mais velha, mais gostosa — piscou para ela, a surpresa não poderia ficar melhor, ao ouvir a voz de Oliver, a morena não pode se conter — PAÇOCAAAAAAA... — berrou erguendo a taça de Martini que o garçom havia entregado.

Eu vou pegar a Maia, o Steph e se o Seba vier... — respondeu mais contida, bebeu em um gole só a bebida, e começou a dançar, percebeu que Oli saiu, provavelmente a procura da Ajota, virou-se para a loira e lhe deu mais um abraço— BORA ENCHER A CARA, só não podemos repetir o que aconteceu em 1980— murmurou ao final, lembrando-se de uma das muitas vezes que as duas acabaram juntas.  Era fato, caso nenhuma delas arrumasse alguém, uma supria a vontade das outras, apesar de que Zoë tinha um pouco de medo de transar com Maia, ela tinha mania de morder, e para alguém que gosta de carne humana, era quase loucura ficar com ela.

Zöe pegou na mão da loira e a puxou — Vem, vamos ali com o Steph e o namorado dele, eu acho —falou, já puxando Maia. — Esperar o Oli chegar com a Ajota e o Seba aparecer e ai sim a festa ta completa—comentou parando em frente aos homens. — EAEEEE, cambada — gritou abraçando o lobo, — Soube que é você que vai pagar a próxima rodada para o povo—falou, dado uma piscada no final.
Les hybrides sera votre malédiction
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Maia Theresa Grimsworth em Seg Maio 16, 2016 12:04 am


keep our bussiness on the low-low
I only call you when it's half past five.


Sentir a quentura da pele de Zoe contra a minha seria incrivelmente difícil de me controlar caso eu não tivesse tomado café em minha corrida matinal. O que? Depois de 150 anos você acaba começando a cuidar de sua aparência. Enquanto Oliver falava alguma coisa para nós e eu apenas acenava levemente com a cabeça, peguei a garrafa de whisky da mão do menino que estava servindo uma dose em meu copo e o completei, lhe entregando de volta e piscando brevemente.

-Deixe fácil, assim não preciso pedir para você quando quiser.

Zoe puxou minha mão mais uma vez e, no pouco tempo que tive para olhar em volta, Oliver tinha ido embora a procura de alguém. Observei a morena mais uma vez e um sorriso me veio aos lábios quando ela falou de 1980. Ela não precisava ter falado especificamente esse ano, afinal, não era novidade que quando não achávamos ninguém para nos satisfazer, usávamos a outra. Em todo caso, eu não sabia se essa noite seria desse tipo, então o melhor que podíamos fazer era ir para a pista de dança.

Dei um gole em minha bebida e deixei que os corpos em movimento e Zoe me levassem para o meio do local. As batidas da música eram fortes e eu enrosquei o braço nos ombros da morena, balançando meu corpo contra o dela no mesmo ritmo da música. A luz bateu no canto de meus olhos e eu virei a cabeça na direção que ela vinha. Um casal conversava e a cena que eu estava vendo deveria, provavelmente estar em algum filme: a menina dava uma risada, enquanto o garoto contava mais alguma coisa idiota para fazê-la rir. Eu odiava aquilo, e não queria ver agora. Soltei de Zoe por um minuto e me coloquei a andar em sua direção.

Ao ver que chamei a atenção do menino, entrei no meio dos dois e puxei seu rosto para o meu, colando nossos lábios em um beijo rápido, enquanto a garota soltava um grito de indignação. Mordi o lábio inferior do garoto e puxei para mim, logo o soltando e voltei a andar em direção a Zoe, dando de ombros e voltando a observar. Adolescentes eram iguais a dominós: você derrubava um, e os outros caíam junto a ele, e foi exatamente o que aconteceu. A garota deu um tapa no rosto do menino, falando que eles tinham terminado, outro garoto apareceu perguntando porque eles tinham terminado se ela namorava com ele, e uma segunda garota brotou chorando falando que o primeiro menino era um babaca. E então: todos começaram a se esmurrar. Os dois garotos soltavam socos, e uma das meninas puxou o cabelo da outra, e foi quando um copo de bebida quebrou na cabeça de um deles que eu virei para a morena, com um meio sorriso no rosto.

-Poderoso, e glorioso: Caos.

Soltei um suspiro aliviado e voltei a rebolar no ritmo da música com minha amiga. Segundo Zoe, nós estávamos esperando alguns amigos, e a única coisa que se tinha para fazer ali era dançar e beber. E foi exatamente o que eu fiz. Oliver começou a vir em nossa direção com Aj, e eu desgrudei de Zoe para que eles pudessem ficar ao nosso lado.


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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Bukharin L. F.-Winchester em Seg Maio 16, 2016 8:48 am

— hunt you down eat you alive
E mais uma noite. Mais uma festa. Mais uma diversão. Aquele era definitivamente um dos melhores festejos que já ocorrera do Pandemonium em anos: era a noite de todas as criaturas. Membros de várias raças, vários clãs, estariam quase todos em um só lugar. Um pedido para acessar o caos? Hm, talvez sim, talvez não. Se houvesse uma briga nessa noite, Marie Ann já apoiaria e saberia até qual música de sua playlist colocar.

Urgh... que dor de cabeça... — Sobrepondo as mãos na cabeça, lembrava-se de tudo o que ocorrera naquela noite. Com certa dificuldade, a morena se levantou. Olhou para seu próprio corpo. Estava usando somente uma camisa branca, nem ao menos com calcinha estava. Olhou para trás, diretamente à cama. Havia um cara ali. Um cara gostoso, de fato. Estava coberto somente pelo edredom na cintura. Mirando agora para o lado, na mesinha ao canto posterior da cama, havia um balde com gelo e uma garrafa de conhaque, duas taças com uma tira de limão murcho em cada. No chão, aos pés da escrivaninha, mais umas cinco garrafas de mesma bebida e... um pacote vazio de camisinha.

Moon se levantou, e caminhou rente ao banheiro. Parada em frente a porta aberta e escorada com as mãos perante a bancada de mármore branco da pia. Estava com uma puta dor de cabeça, tonta, as pernas quase que insustentáveis em si. Com aquela puta ressaca, a morena livrou-se de sua veste, ficando nua em um piscar de olhos. — Bunda bonita. — Ecoou a voz masculina no ambiente. — Seu pênis é mais bonito. — A garota abriu um sorrisinho irônico, e logo o desfez. — Até que você transa bem, jovem Nephilim. — Revirando os olhos, Marie completou: — E você beija mal, jovem Demon. — Assim, adentrou o chuveiro.

Posso me juntar no banho? — Ecoou outra vez a voz masculina no recinto, enquanto a água morna batia na epiderme da filha de anjo. — Não. — Disse, severa. — Por que é tão má? — Revirou outra vez os olhos. — Me faça um favor, baby? — Moumnds agora aproveitava-se de um dos seus poderes herdados de sua mãe, uma anja. Controlar um indivíduo, seja lá qual raça, apenas pelo uso da voz. — Volte a dormir. — E, assim, não se ouviu mais a voz do rapaz.

Após finalizar o banho, secou os cabelos negros e os penteou, colocou em seguida uma mini blusa e uma mini saia cores brancas, e um salto de mesma coloração. Deixou um bilhete em cima do corpo do demônio, avisando que teria e trabalhar outra noite como DJ no Pandemonium, e que ele poderia a encontrar lá. Indo até a cobertura do prédio, certificou-se de que lá não havia ninguém. Vendo que estava completamente sozinha, libertou suas asas. Um belo par, com penas aparentemente sedosas e completamente brancas, que brilhavam com o reluzir do luar e das 'estrelas'. Deu o impulso no chão com os pés, e então abriu voo, diretamente ao night club.

[ . . . ]


Já estava em sua bancada, já havia preparado tudo. Pegou seu microfone, e pediu atenção. — Atenção, caros residentes desta noite do Pamdemonium. Abro oficialmente a nossa querida festa! Aproveitem o máximo. — E então, iniciou o primeiro remix.

Música: Martin Garrix — Animals

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Stephen Woźniak Myers em Seg Maio 16, 2016 9:28 am



Live and let die

Wyatt, então. Filho de um pirata inglês — e, até onde pôde constatar, um homem abusivo quando persuadido pela força traiçoeira do álcool. Embora ainda aturdido pela capacidade surpreendente do sujeito em conseguir presumir particularidades de uma cena por meio do seu olhar analítico, Stephen logo se deu conta de que o rapazote adiante devia ter sido atormentado por um passado danoso. Ao menos supunha isso. Mas sua mente estava desordenada demais para criar um cenário coerente de acontecimentos. Decifrar os sentimentos alheios jamais fora uma característica dele, afinal.

Wyatt. Nome bastante excêntrico, não? E, bem, seu pai aparentemente deve ter sido um indivíduo de fato... dinâmico. Um pirata? — As sobrancelhas dele arquearam satiricamente. — Não é muito comum ouvir isso de alguém, entende? Mas não me leve a mal. São apenas impressões de um homem entregue ao uísque. — Dessa vez os lábios de Stephen ofereceram um sorriso sincero, sem ares de sarcasmo. Buscou a taça no balcão e sorveu mais um gole da bebida; o último da dose, vale frisar. — De qualquer forma, me chamo Stephen. Stephen Myers.  

Nessa hora, em meio ao diálogo que elaborava com o novo — e provável — amigo, percebera o quanto o ruidoso burburinho nas proximidades do bar havia atingido proporções extravagantes. Mais pessoas haviam aderido às bebidas, pelo visto, em vez de seguirem à pista de dança primeiro. Stephen não apreciava locais com essa aglomeração toda, contudo poderia suportar. De súbito, uma voz definitivamente familiar chamou-lhe a atenção, e o conteúdo da frase (“Acho que vou pegar aquele cachorro ali”) era típico de uma pessoa à qual mantinha uma relação singularmente excepcional.

Zoë..., refletiu antes mesmo de voltar o rosto na direção da voz e projetar os olhos sobre a figura feminina que encontrava-se ali próxima, sempre muito graciosa com suas vestes elegantes. Estava acompanhada, aliás. A outra garota ele também pôde discernir. Maísa, Mara... Não, não. Maia. Tinha vagas lembranças dela. Pessoa simpática... e tão insana quanto Zoë. Outra presença desviou-lhe a atenção naquele momento: o sujeito, é claro, tratava-se de Oliver, uma das poucas amizades que Stephen esforçou-se para preservar. Ao vê-los todos reunidos num momento de pleno entusiasmo, Stephen sorriu involuntariamente.

Por fim retomou a concentração em Wyatt. — Acho que vamos ter companhia. E, aviso de antemão, não se assuste. Essas pessoas são o perfeito exemplo de loucura. — A despeito das palavras supostamente preocupantes, havia nos olhos de Stephen um brilho divertido, que traía a seriedade da fala. E tão logo ele terminara de expressar-se, sobressaltou-se com a introdução tipicamente indiscreta de Zoë e, em seguida, fora tomado pelo seu abraço arrebatador, ao qual correspondeu sem demonstrar hesitação.

Hey, mocinha. Não fazia ideia de que esse lugar era tão mal frequentado, sabia? — Lançada a ironia, ele tascou um beijo estalado na face da morena. — E sim, para duas beldades, não vejo problema em gastar uns trocados a mais com bebidas. Sintam-se à vontade. — Por sobre o ombro de Zoë, passou a fitar Maia, cedendo-lhe um aceno com a cabeça. — Oh, a propósito... Esse aqui é Wyatt. — Ao desfazer-se do abraço, indicou o rapaz postado ao lado. — Sujeito intrigante. — Desviou o olhar para ele. — Essas são Zoë e Maia. As loucas que cheguei a comentar antes.


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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Juliett Daalov Blanchard em Seg Maio 16, 2016 11:34 am


S.O.A.D
Number forty-seven said to number three: "you're the cutest jailbird I ever did see. I sure would be delighted with your company, come on and do the jailhouse rock with me." Let's rock, everybody, let's rock. Everybody in the whole cell block was dancin' to the jailhouse rock.
I wanna Rock!

Não fazia ideia de que horas eram, mas duvidava que estava adiantada. Estava ajeitando algumas roupas no guarda roupas, à procura de um vestido decente - ou melhor, indecente - para a festa. Enquanto isso, pude sentir meu celular vibrar sutilmente no bolso de trás da calça. Era o despertador, avisando-me que estava na hora de sair de casa. Eu não conseguiria chegar na hora combinada, nunca conseguia. Por isso, mandei uma mensagem de texto rapidamente para Zöe, avisando que me atrasaria como sempre. Após, finalmente, encontrar um vestido que condizia com os meus requisitos, deixei o celular descansando sobre a mesinha de cabeceira e permiti que as roupas que vestia caíssem ao chão. Por um momento, olhei-me no espelho, ainda nua, analisando meu próprio corpo. Após um sorriso malicioso, entrei no banho. A água fria, como sempre, relaxou meus músculos e lançou uma carga extra de energia por toda a extensão do mesmo.

Vestida e maquiada, cruzei a soleira da porta da sala, apertando o botão no controle que destravav meu carro. Era negro e brilhava, mas se sentiria pior se roubassem sua moto na festa. Atravessei a cidade, dirigindo depressa. O relógio do carro sinalizava "23:16", com uma luz esverdeada. Ao chegar em meu destino, parei o carro no primeiro lugar que coube. O seguro cobriria qualquer coisa. Entrei na boate, logo sendo atingida pela música alta, luzes piscantes e o murmurinho irritante de uma pequena multidão. Varri o lugar com os olhos, ao mesmo tempo procurando por Zöe e analisando as pessoas. Não encontri a morena de início, e aquilo me causou uma certa irritação. Direcionei-me ao bar, se não a encontrasse por lá, pelo menos poderia beber um pouco. Após alguns empurrões, finalmente alcancei o balcão. - Uma vodca com canela, por favor. - Disse, assim que consegui a atenção do atendente. Uma delícia, a propósito. Assim que minha bebida chegou, a peguei e voltei à minha procura. Achei Zöe não muito longe dali, acompanhada por um pequeno grupo. Arqueei a sobrancelha, percebendo a intimidade dela com um deles. Sorri de canto, e andei rapidamente até la. Ficando de costas para rapaz que Zöe acabara de abraçar e roçando o quadril nele.  - Querida, cheguei.



_____________________________________________________________________________
notes: I wanna kiss!
music: Salute - Little Mix
tag: Being a bad friend.
with: everybody.
_____________________________________________________________________________


thank you secret from TPO.
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Sebastian T. Vastia em Seg Maio 16, 2016 6:19 pm

danger

I want to resist, but I can't hold it back.
The beast is unleashed, it's got to attack.
Again and again the, force is too strong.
It's breaching the chains. I'VE GOT THE BEAST INSIDE


Amante da velocidade, mas, acima de tudo, do estilo diferenciado das peças classicistas, a linha especial da Ferrari, um 275 GTB de terceira linhagem, negro e de lustre caprichosamente reluzente, faziam, por parte de colecionadores de todo o globo, daquele veículo uma das relíquias mais cobiçadas do ramo automobilístico. E o meu favorito dentre o meu próprio acervo, indiscutivelmente. Translúcidos rastros de fumaça eram largados ao vento, janela afora, à medida em que a extensão do cigarro em meus lábios era tomado pela brasa amena. Sobre o colo, meu celular era uma verdadeira bomba-relógio. Mensagens, chamadas pendentes e notificações de aplicativos adversos que insistiam em desviar-me as atenções. Ao que parecia, a noite já havia começado para a maioria de meus contatos. Minha presença, no entanto, permanecia incerta para a maioria.

O retorno à América nunca fora exatamente uma prioridade, tampouco simpatizava com meus desejos. Mas devia assumir que o regresso era, ao menos, de alguma necessidade. Após dez anos de reclusa e negação ao sobrenatural, vivendo na pele de um socialite solteiro e excêntrico, em vilas paradisíacas do continente europeu, eu estava de volta ao meio das aberrações. Alheio às políticas raciais, linhas de sucessão ou alianças premeditadas, não era muito o que eu esperava entender do atual contexto. Entretanto, era de meu conhecimento que, em minha ausência, Stephen fora reconhecido como o pivô dentre as matilhas, assumindo a coordenação dentre os nossos. Um amigo prezado, e um dos poucos com quem eu mantinha contato frequente. Ademais, haviam um ou outro conhecido de longa data aos quais eu apreciaria reencontrar. E estava rumo ao local certeiro para isso, como indicara as postagens recentes em minhas redes sociais.

Mesmo em suas capitais mais prestigiadas e povoadas, as ruas do velho continente se mostravam, em sua maioria, particularmente serenas. Eram raros os dias em que não fosse possível encher o pé e atravessar alguma rodovia lisa rumo ao local desejado. Um aspecto que, definitivamente, não era partilhado pelas concorridas ruas da Califórnia. Não que o trânsito intenso e confuso viesse à restringir-me, é claro. Dotado de sentidos aguçados e à bordo de uma verdadeira máquina sobre rodas, minha direção era de notória ofensividade, excedendo limites e trespassando veículos alheios em movimentos conexos e predefinidos, mas sem comprometer a compostura a qual representava. Talvez por isso, o vislumbre da cortejada boate tenha se apresentado tão brevemente. Um bocado distinto, afinal. Mas a Pandemonium era sempre a Pandemonium.

Abusei dos freios e do canto dos pneus ao encostar-me próximo à calçada, em frente à entrada, ciente de que atrairia alguma atenção. De imediato, um rapaz singelo e devidamente trajado ao padrão do clube apresentou-se à mim como manobrista. Vagarosamente, pus-me a descer do carro, no que selaria definitivamente o meu retorno àquele universo. Transpassei o rapaz à minha frente, dando-lhe um tapa ameno no ombro ao passo em que o mesmo desejava-me uma boa estadia. Sorri e deixei-o assumir o volante para que concluísse ao seu serviço. Notavelmente, muitos dos olhares voltaram-se à mim, alguns saudosos, outros, nem tanto. Ainda do lado de fora, era abordado constantemente por conhecidos, mas não permiti que restringissem ao meu avanço. Entre um aperto de mão e outro, um gracejo ou uma troca franca de beijos, mantive a elegância dos passos rumo ao interior da boate.

Como era de se esperar, entre as paredes do clube a agitação já se fazia proeminente. Em disparate, as luzes em neon faziam alusão ao luxo da boate, refletidas em plataformas espelhadas e adornos metalizados. A música contrasteava com os refletores em questão, tornando as batidas condensadas um aspecto uníssono, claramente sincronizadas com os flashes que invadiam a pista. De forma superficial, limitei-me a esquadrinhar o perímetro à frente, onde indivíduos das mais adversas raças e silhuetas se misturavam em um antro de aberrações. E eu era um deles, naturalmente. Entre novos cumprimentos, não tardou para que duas mulheres distintas me abordassem. - Tá aí o que eu chamo de surpresa agradável. - Disse a primeira, servindo-me de uma, dentre as duas taças que carregava em mãos. – Então... De volta ao jogo, garanhão? – Dissera a segunda, armada de intenções dúbias e um belo sorriso, recheada de malícia. – E quando foi que eu deixei o jogo, amor? – Retruquei, cedendo o rosto para tomar-lhe um beijo, ao canto da boca. – Nesse caso, bem-vindo de volta... Bash. – Concluiu. Com o sorriso ferino estampado no rosto, envolvi ambas em meus braços, tomando-as pelas ancas e deixando-as que me guiassem rumo à um elevado mais reservado do local.

Apoiado nos corrimões, só então pude reparar na presença ilustre – embora previsível – de Stephen, Maia, Oliver e, por fim, Zoë, sem reconhecer os demais acompanhantes. – Desculpem-me, princesas. Terei de encontrá-las uma outra hora. – Indaguei, sorrindo para as duas em um pretexto de despedida. Com os olhos, elas logo encontraram o grupo, provavelmente assumindo que era de algum interesse por minha parte. – Bem, não faltarão oportunidades, certo? – Respondera a mais próxima, deslizando a mão pelo tecido que cobria-me o peito. E então retirou-se, levando consigo a segunda acompanhante. Casualmente, levei as mãos às mangas, ajeitando-as à medida em que trilhava meu caminho rumo ao grupo. Minhas vestes eram um reflexo de quem eu, de fato, representava: Um homem próximo dos quarenta, de trejeitos galantes e gênio conquistador. Um conjunto social negro, de camisa abotoada à altura do peito e um blazer à rigor, o que me concebia uma dose extra de elegância, sem exageradas formalidades. Com um sorriso de canto, deixei que minha própria caminhada me introduzisse ao grupo, certo de que minha aproximação seria notada.



i'm just the beast inside the man

 
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Wyatt B. Gallagher em Seg Maio 16, 2016 7:23 pm




 
 
 











Era divertido ouvir alguém de fora falar algo do meu pai, um pouco estranho de pois de tanto tempo, mas ainda assim era bom. Eu lembrava das brincadeiras com ele, dos seus ensinamentos e até de certas coisas que deveria esquecer, mesmo com tudo isso ele anda tentava estar lá por mim. Deveria ficar triste por ele não ter me visto crescer até a idade que aparento ter, mas seria melhor assim do que ficar velho me olhando sem nenhuma alteração.

Um exemplo ruim, mas era como a bebida, uma farsa por boa intenção. Retornei ao clube com o outro se apresentando e enchi minha boca de cerveja antes que falasse mais besteiras, ou mais coisas comprometedoras a meu respeito. Ainda tinha um foco em mente que o cara ao meu lado com o recente nome no ar, ainda não falara sua real espécie que eu torcia pra não ser sanguinariamente falsa.

Não sei quanto tempo passou nesses minutos, mas o próximo evento na conversa foi a chegada de mais pessoas que aparentemente conheciam Teph a mais tempo do que talvez fosse saudável. Bebi um gole vendo os cacarecos estranhos eles, coisas que não pesquei direito e então ele me apresentou. Virei-me no banco e gesticulei a mão que segurava a cerveja levantando o indicador e o médio juntos, acenei rapidamente como uma continência e abaixei os dedos para segurarem a garrafa normalmente.

Concordei com a cabeça: - Prazer meninas. - Deixei um sorriso no rosto ainda pela graça de ver zoarem com o recém conhecido. Não as conhecia, mas agora estava no meio e apenas esperei que as coisas andassem naturalmente pra algum lugar. Maia era loira de olhos azuis, aquele ar de cínica pureza, com o faro sentia uma coisa escura na garota e também o perigo emanando dela como lutadores com aquele “sexto sentido” Uma beleza comum de vários países, mas com certeza ela não era exatamente comum de se ver por aí.

A outra garota era misteriosa, achei brincalhona no início, mas então ficou com uma cara de boba quase fofa por mais uma conhecida dela que a dera um susto. Não sabia o que ela era, tinha um cheiro fraco de pelo como o Stephen, mas também uma camada sangue como coisa nova. Ela não era uma vampira pela simplicidade, ela era outra coisa e pelas apresentações feitas realmente era um grupo perigoso, mas assim como as drogas viciante de se manter por perto.

Só faltava a visão vermelha de exterminador do futuro, mas o olhar ligeiramente perdido ao me olharem já vinha estampado nos rostos de quem se aproximava. Havia não só a garota com Zoe, bonitinha e pelo cheiro ou era uma sereia, ou alguém que vive bem perto do mar faz muitos anos. Havia um garoto ali mais pra trás das meninas que me apresentaram, que me era igualmente desconhecido e não pude registrar muita coisa sobre ele porque vieram aquele armário na direção do grupo.

Não era clichê e dizer que senti algo, nunca fiquei com um cara e era estranho de se pensar nisso com qualquer um, mas eu tinha de admitir que o cara era enorme, não era feio e só faltou se apresentar. “Alô, tem um desconhecido aqui? Podiam se apresentar logo, porque não sou segurança do clube.” Bebi alguns goles da cerveja apenas imaginando onde esse povo se conheceu, porque no cursinho de Etiqueta com aqueles cartões com nome não foi. Poderia fazer um encontro e colocar a raça também, já pouparia meu tempo de ficar perguntando essas merdas.
Dont you hate that?

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Convidado em Seg Maio 16, 2016 7:24 pm

L
et's go to
the Nightclub!
A woman's heart is a deep ocean of secrets.
"Você não pode fazer isso!" –. Uma voz masculina ecoou em uma reunião da Atlântida com o povo importante reunido em volta da mesa grande. – Quem é você tentando botar ordem em mim? –. Diz a Abigail, própria rainha da Atlântida e líder da raça com tom sério, alguns olhavam o homem com expressão espantado esperando a resposta, logo o próprio homem levantou da cadeira resmungando. – Ora, senhora. Eu sou o lorde e  acho que você devia ter um pouco de respeito comigo, eu apenas não estou a disposto de concordar a sua respo... –. Interrompido pela loira que levantou a voz também com toda a coragem. – Não preciso de sua opinião ou permissão, “Lorde”! É uma ordem. –. Abby saiu de perto da mesa e andejou em direção do desconhecido, assim que se aproximou, sussurrou de maneira calma em seu ouvido esquerdo. – É melhor ficar na mão do demônio do que no caminho dele. –. E logo se voltou olhando para eles e depois abaixou a sua cabeça avisando á todos que a reunião estava encerrada e posteriormente levantou a sua cabeça e visou diretamente com o rapaz que lhe “desafiou” em cara a cara misteriosamente.

Abigail havia saído da reunião recém encerrada e o mar e já indo em direção da festa após terem as pernas restauradas e com aparência humanoide e claro, roupas que uma das suas amigas deixou na cesta ao lado do mar escondido com a bicicleta como combinado.

Ela estava lá, pedalando a sua bicicleta azulada com cochas até o tal destino, ela estava com a má impressão e não muita vontade de ir a festa, no entanto precisava aproveitar a sua vida ao invés de ficar a cara enfiada no mar. Após chegar, poderia ver uns paparazzi's e cheios de flash’s em suas câmeras que chega parecer um tiroteio o que combinava o estilo do clube.

Estacionou a sua bicicleta com travas e parou perto da porta pensando um pouco enquanto tava ali parada, estava quase mudando de ideia voltando para a sua casa quando viu o carro do Sebastian. – Ele deve estar aqui. –. Sem pensar duas vezes, a líder resolveu voltar ao clube para tratar um assunto sério e no meio da multidão, conseguiu achar ele indo em direção do grupo que não reconhecia direito perto, percorreu até ele e deu um passo a frente fazendo o mesmo tropeçar do pé, perguntou a segunda acompanhante do Sebastian antes de pegar a taça. – Uma das taças é pra ele? –. Logo pegou a taça certa depois da garota ter respondido a sua dúvida, no entanto segurou o drink de maneira delicada durante o tempo em que viu o mesmo caído no chão sem graça. – Que feio, Seboso. Recusando o presente dos outros? –.

Seguidamente virou a taça fazendo que a bebida que contia nela caísse em cima do corpo felino. – Banho feito! –. Brincou.
Após reconhecer o grupo agora de perto, a própria loira resolveu se aproximar perto da sua amiga chamada Juliete quando a viu com a Zoe na companhia de um grupo e aproveitou-se puxando o braço esquerdo dela. – Lindinha, nem vamos invadir o espaço deles, vamos lá. –. Falou com tom irônico ainda no canto. – Deixa eles se pegarem primeiro e depois a gente conversa com eles. –. Depois disso, afastaram-se do povo e levou-a com todo cuidado para não derrubar a taça que a ruiva tinha na mão ali a pequena mesa que tinha duas cadeiras vagas. Dessa forma, chegaram no canto que queria, as mesmas sentaram no lugar e pediu um refrigerante soda para o garçom como de costume para a raça sereiano e depois voltou a olhar com a expressão séria para a sua amiga ruiva. – Por que você estava perto daquele povo nojento? Não devia ser esse tipo de gente que mistura as coisas.

A mermaid found a swimming lad,
Picked him for her own,
Pressed her body to his body,
Laughed; and plunging down
Forgot in cruel happiness
That even lovers drown.



Ignore quaisquer erros, eu estava com sono!

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Aj K. Jul.-Lisenbrödher em Ter Maio 17, 2016 1:40 pm

i can't escape this now

A melhor parte disso tudo... — Comentava com seu direwolf, Rufus. — ...é poder brincar com o tempo, da forma que eu quiser, com quem eu quiser, sem ninguém ao menos perceber. — Finalizou, enquanto brincava com uma borboleta de asas pretas, a acelerando, a parando, a deixando lenta, a deixando normal e assim se segue. Ao ouvir um pura barulho na porta, congelou o tempo completamente, com exceção e pequeno indivíduo de asas negras que reluziam à luz do sol, todavia a qual logo voou para fora do quarto. Mirando para a porta, Amber soltou um suspiro aliviador ao notar que o ser humano na porta era sua amiga, uma loira de olhos verdes, com um olhar inocente, todavia uma humana que poderia expor todo o mundo sobrenatural aos outros se soubesse sobre os poderes de Amber Johanne. E era por isso que Aj mantia segredo de seu mundo, é do que fazia relacionado a ele, também das pessoas que convivia que eram desse mundo sobrenatural, especialmente Ollie. Voltando o tempo normal, a morena sentou-se na cadeira de rodinhas de sua escrivaninha.

Cac, Becca. — Disse espontaneamente em seu idioma natal. — Você me assustou. — A jovem escutou o celular tocar, e o pegou de cima da escrivaninha. "Tem algo para fazer hoje à noite?" A doce e inocente voz ecoou no recinto. Amber balançou a cabeça negativamente, enquanto lia e respondia as mensagens de Dante. Ou melhor, Oliver. "Ótimo. Vai rolar uma festa no melhor pub da cidade, e consegui dois ingressos VIP's para irmos, eu e você, como em todas as festas." Esquecendo de bloquear o celular ao acabar a conversa com seu namorado, o deixou na escrivaninha. — Na verdade... Acabei de lembrar que tenho um compromisso importante para ir. — A loira, com feições de tristeza e decepção, baixou a cabeça e choramingou. "Então irei com você." Levantando-se, abraçou por dois segundos a menor. — Desculpe, Lois, mas você não pode ir. Preciso arrumar tudo, até mais. — Observou a garota partir depois de ecoar um "Até" meloso, e sentou-se outra vez na cadeira.

Catando algo mas gavetas, demorou um pouco mas achou o que procurava. Seu par de baquetas. Começou a brincar de tocar bateria na escrivaninha, enquanto encarava o seu telefone. Fitava uma mensagem em especial.
Dante: Tem festa no Pande hoje. Tá afim de ir?
Essa noite, seria o momento perfeito. Não iria embebedá-lo ou drogá-lo, pois a morena queria que o loiro permitisse, é aproveitasse. Ela planejava fazer algo especial, uma surpresa. Levantando, se dirigiu até sua bateria. Sentou no banquinho, e batucou algumas poucas vezes dois dos tambores, afim de recordar-se de uma melodia que havia aprendido tinha algum tempo atrás.

Cac... como era a música... — Culpava-se a si mesma por não lembrar de algo tão simples para ela, apesar de ser bem complicado para outros. Batucou algumas outras vezes em locais diferentes, como se estivesse recordando dos passos. — Cac... acho que... ah, lembrei! — Comemorou internamente, ao recordar-se tanto da letra quanto de como se tocava na bateria.

This is my kingdom come, this is my kingdom come...

Um batuque aqui, outro ali. Entonações da voz em um timbre quase que perfeito, se não fosse pela voz de Aj estar levemente falha.

When you feel my heat, look into my eyes. It's where my demons hide, it's where my demons hide...

Essa música... certamente tinha significados que tocavam a alma obscura da morena. Dois dos principais, é o fato de que recordava de sua família. O outro, a fazia pensar no único feixe de luz em tão escura alma.

Don't get to close, it's dark inside. It's where my demons hide, it's where my demons hide...

Quem ou o que era tal feixe? Ah, isso é simples até demais de responder. Era líder dos bastaards, o filho do Deus do Iferno com a anja mais bela do céu, a paixão maior de Aj, ou simplesmente Oliver.

I can't escape this now, unless you show me how.

Finalizando depois de um tempo de cantar e tocar a melodia, deixou as baquetas sobre um dos tambores maiores e levantou-se. Caminhou até a janela de seu quarto, olhou pela fresta da cortina e notou que logo o pôr do sol estaria iniciando. Resolveu por tocar outra melodia, e mais uma, e mais outra, e assim permaneceu tocando sua bateria   e cantando tais melodias. Não notou o passar do tempo, que só notou sua música favorita ecoar o local: R.I.P. 2 My Youth do The Neighbourhood. Era seu celular. Foi até a escrivaninha e o pegou da mesa, atendendo a chamada.

XxX: Hey! Festa confirmada?

Amber sabia exatamente de quem era aquele timbre sereno de voz.

Aj: Sem sombra de dúvidas. Acabei perdendo a hora por um tempo, mas já tô indo me arrumar.

Oliver: Não se atrase.

Aj: Não vou. Te vejo lá. Beijos.

Oliver: Beijos.

Encerrando a chamada, Amber jogou o celular em cima da cama e foi depressa para o banheiro. Tirou seu pijama, e entrou debaixo do chuveiro.

A água morna corria por todo seu corpo, numa sincronia que parecia cantar quando atingia sua epiderme. Lavou com calma os cabelos cor de avelã, e ensaboou o corpo, depois se enxaguou, é em seguida secou-se. Indo até seu ropeiro, abriu a primeira porta de correr. Catou em uma das gavetas uma calcinha rendada preta, e um sutiã também rendado e negro. Os colocou, e após isto pegou sua roupa. Uma saia preta, uma regata branca e uma jaqueta de couro vermelho. Vestiu um par de saltos negros aveludados, e logo secou os cabelos. Passou no rosto uma maquiagem não muito pesada: base, pó, blush rosa fraco, os olhos com um delineador negro, rímel também negro, uma sombra marrom clarinho (quase beje) e os lábios em uma cor vinho. Pegou sua carteira é seu celular e os colocou no bolso da jaqueta, cantou as chaves de sua moto e logo partiu ao estacionamento.

[ . . . ]

Quando ia adentrando a boate, logo avistou Oliver. Parou o tempo. Ficou observando as feições e o traje do rapaz. Como sempre, de preto e lindo. Caminhou até ele, e voltou o tempo ao normal. — Hey, Babe. — Parou o tempo outra vez, pegou dois drinks no balcão do barzinho que havia ali, voltou para onde estava e retomou o tempo normal. — Aceita? — Ergueu de leve uma das taças, enquanto bebericava a outra. — Hm, quero testar algo. Me diga se sentir isso. — Outra vez, paralisou o tempo. Deu um selinho longo no rapaz que se encontrava mais parado que uma estátua. Voltou à sua posição de antes e retomou o tempo. Esperou pela resposta do rapaz, e logo foi tomar para se juntar ao resto do povo. — Hey todo mundo! — A morena lapidou um sorriso em seus lábios, e logo o desfez.

Então, babe. Passou o dia bem? — Bebericou mais alguns poucos goles do drink. — Bem... como sempre, passei o dia tocando bateria e cantando. — Deixou a taça agora vazia na bandeja de um garçom que ia passando. — Vem cá. — O puxou pela mão, calmamente. — Vamos dançar. — Sorriu, enquanto o levava para o meio da pista de dança. Pegou rapidamente o ritmo do remix que estava tocando, e começou a mexer o corpo de acordo com a melodia.

[ . . . ]

Depois de dançarem um pouco, Amber resolveu que queria logo entregar-se. — Babe, eu tenho uma surpresa para você. — Sorriu de canto. — Vem comigo? — Segurou uma das mãos do rapaz com a sua, e parou o tempo, apenas para chegar aonde queria sem intervenções. Subiu com Oliver até a cobertura, e entrou no banheiro masculino que havia ali. Após certificar-se de que não havia ninguém no local, trancou a porta de entrada do banheiro e voltou o tempo ao normal. — Se sente no balcão, por favor. — Esperou ele fazer o solicitado, e se alojou entre as pernas dele. Envolveu o pescoço alheio com os braços, e levou o rosto até a orelha esquerda dele. — Babe... eu quero fazer algo... que nunca fiz antes. Mas, se não quiser, eu vou entender. É só pedir para parar. — Sussurrou e em seguida tomou o lóbulo alheio para si, em um leve mordiscar seguido de uma chupada leve, e enfim o soltou num deslize suave e calmo.

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Archie Englert Holmberg em Qua Maio 18, 2016 9:09 pm


troublemaker
❝ Wanna be a Troublemaker ❞

Oliver, de relance, sentiu como o tempo tinha parado por um instante qualquer, o que deixou meio “o que acabou de acontecer?”. Seus olhos circundaram o local ao seu redor, mas logo se focaram na graciosa figura feminina não muito distante de si, que foi de encontro a ele em passos lentos e precisos, desviando dos corpos alheios que pairam no local. Quando teve uma bebida oferecida para si, o loiro somente assentiu com leve menear do crânio, mexendo suavemente as suas mechas douradas em meio ao ar. – Claro. – Disse, tomando o recipiente com o tal líquido, este que foi ingerido aos poucos enquanto o maior degustava o gosto do mesmo. – Obrigado. – Agradeceu, lapidando um sorriso de canto com o falar, fitando-a de canto diretamente nos olhos.

A morena então comentou algo por sentir e do nada Oliver sentiu um toque rápido, quase que imperceptível, de lábios nos dele, tipo um selo. – Senti um beijo... – Murmurou, desviando as vistas claras até o chão, refletindo e procurando respostas sobre o que tinha acabado de ocorrer. Acabou por não descobrir, focou-se em ir com a mesma até onde o resto do povo se encontrava – na pista de dança -. Amber apareceu dando um oi geral, Oliver, por sua vez, só mexeu sutilmente o crânio em um cumprimento informal, contudo, findou o próprio silêncio logo em seguida.

– E aí! – Falou o bastardo num tom alto como desse um “oi” para todos no recinto. Contraiu o lábio ínfero, mordiscando ao segurar o riso por aquela vergonha que tinha acabado de passar. – Eu deveria tomar vergonha nessa minha cara, porque puta que pariu, em. – Deu de ombros ao comentar, soltando um riso abafado. – Passei sim, até porque dormi maior parte dele. E você, anjo? – Indagou ao mesmo tempo em que rolou a visão por cada rosto ali até direcionar o centro e foco de seu sentido visual à garota por quem está perdidamente apaixonado, bebendo mais um pouco do conteúdo da taça. – Você deveria formar uma banda. Já te disse isso, talento não pode ser desperdiçado. – Se viu sendo puxado pela mão pela mais baixa até a  danceteria. – Sabia que sou um pé de valsa. Irei te ofuscar enquanto danço. – Falou ele ao começar a mexer o corpo, sem jeito, conforme o ritmo da música, que tocava, comandava.

Após certo tempo que passou quase em um piscar de olhos, algo o deixou intrigado. Uma surpresa. “Que surpresa?”, indagou em  seus pensamentos, arqueando a sobrancelha destra ao alto em uma expressão pensativa sobre aquilo. Se viu sendo conduzido mais uma vez, no entanto, o local todo paralisou, tudo ficou imóvel, exceto eles dois. “Controle temporal...”, perpassou os olhos, caminhando, simultaneamente, juntamente com Amber até chegar a ala VIP. Nisso, foram até o banheiro masculino. O bastardo sentou sobre o balcão conforme ela pediu após averiguar se não havia ninguém ali, aparentemente não há. – O que vai fazer? – Murmurou a questão, mordiscando o canto do lábio com aquele tom atrativo e melódico da voz da garota rente ao seu ouvido, provocando-o; com a morena abrigada entre suas pernas, as palmas pousaram no traço da curva da cintura da mesma, deslizando ali até chegar a bunda, apertando-a, logo dando uma palmada.  






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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Clarice Daalov Blanchard em Qui Maio 19, 2016 7:32 pm

Clarice colocara um travesseiro em cima dos ouvidos para fugir dos resmungos de minha irmã, Juliett, enquanto jogava todas as roupas que havia arrumado tão perfeitamente naquele quarto de hotel.

-Por que não vai só de calcinha e sutiã? Vai voltar usando só isso mesmo...-Resmungou a ruiva mais nova, puxando as cobertas até a cabeça e deixando a irmã com suas loucuras.

Muitos minutos mais tarde, ouviu a porta do quarto de hotel bater e finalmente jogou o travesseiro e as cobertas longe, se espreguiçando na cama e permanecendo ali, com uma langerie verde musgo, o cabelo esparramado pelos lençóis brancos e os olhos azuis vidrados no teto.

Estava fraca, sua ultima refeição descente havia sido duas semanas antes, e mesmo assim não teve tempo de termina-la. Levantou da cama e parou diante do espelho; seus olhos azuis se destacavam em meio à pele branca demais e os cabelos cor de fogo. Olhos azuis cansados e faminto. Clarice desviou os olhos e seguiu em direção ao banheiro, se afundando na enorme banheira branca com espuma.

Se levantou após três minutos, se enrolando numa toalha roxa e penteando os cabelos longos. Parou em frente ao armário e teve vontade de fazer o mesmo que sua irmã, mas logo achou o que queria.

Pegou as chaves de seu carro e saiu em disparada do hotel. ''hora de caçar...'' pensou a ruiva.

Parou longe da boate onde sua irmã estava. Passando ao lado do carro, um rapaz bêbado de blusa azul segurava uma garrafa de whisky. Clarice colocou um sorriso sedutor nos lábios, abordando o menino e levando ele para uma rua longe dali.

Deu um selinho no garoto bêbado e fincou suas presas em seu pescoço, sugando uma quantidade suficiente para não mata-lo, mas enfraquecer mais do que já estava.

A ruiva limpou a boca com um pano branco que estava na bolsa, e seguiu em direção à boate. Ao adentrar o local, logo foi atingida pelas luzes coloridas, a música alta e o cheiro de bebidas e outras coisas. ''Cadê essa piranha?'' Clarice corria os olhos pelo lugar, até finalmente achar uma garota de cabelos como os seus, baixinha e vestindo um vestido rosa, o que era um milagre. Clarice se aproximou da irmã, que conversava com outras pessoas.

-Adivinha quem é?-Clarice tapou os olhos da irmã, sussurrando em seu ouvido.

Vestindo          

● ● ● ● ● ● ● ●
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Juliett Daalov Blanchard em Sab Maio 21, 2016 1:15 pm


S.O.A.D
Number forty-seven said to number three: "you're the cutest jailbird I ever did see. I sure would be delighted with your company, come on and do the jailhouse rock with me." Let's rock, everybody, let's rock. Everybody in the whole cell block was dancin' to the jailhouse rock.
I wanna Rock!

Não obtive uma resposta que me interessasse, nem de Zöe, nem do rapaz que parecia bom de cama. Qual é, não custava ter me agarrado só um pouquinho. Logo, eis que me aparece a peixa Abigail. Ela já chegou dando um banho num coitado gostoso que tinha acabado de chegar. E dê ênfase no gostoso, porque puta que pariu. - Esse daí não comeu direito... - Eu disse, em alto e bom som, dando risada logo em seguida. Depois da cena, Abigail saiu me puxando pelo braço e eu tive que segurar minha taça com a mão firme para não desperdiçar o líquido. - Qual é, guria. Eu quero me pegar com eles também... - Disse, choramingando. Eu queria matá-la e enterrá-la, mas logo nos sentamos e eu me forcei a ficar calma. Bati com as unhas na mesa, ritmicamente. - Por que são todos umas delícias?! - Disse, sorrindo maliciosamente.

A música era alta demais para se curtir, mas eu balançava a cabeça e outras partes do corpo, seguindo o ritmo. Virei o resto da bebida que jazia na minha taça de uma vez, aquilo desceu queimando minha garganta, mas eu gostei. Estava na hora de tomar algo um pouco mais forte, talvez whiskey. Um Jim Beam seria de matar. Pensei em ir ao bar, tomar algumas doses, e voltar minutos depois com outra taça de vodka com canela, mas precisaria dar uma desculpa para Abigail, não poderia agarrar ninguém com ela colada no meu umbigo. Bem, ninguém a não ser ela mesmo, mas não achava que ela gostasse da fruta. Porém, infelizmente, antes que eu pudesse levantar e dar uma escapulidinha, mãos femininas e frias tamparam meus olhos. Mas que porras... Um longo suspiro foi dado. Ah, Clarice. - Ah, é um cachorrinho? - Disse ironicamente, tocando as mãos da garota com as pontas dos dedos. Como se eu não fosse reconhecer minha própria irmã. Ok, que ficamos décadas separadas, mas dããã né. Levantei da minha cadeira, assim que ela tirou as mãos de defunto do meu rosto. - Que bom que chegou, ta na hora de seduzir as pessoas, babe.

Peguei as duas pelo braço e sai puxando até o bar, meus olhos sempre atentos, geralmente observando a bunda ou o volume dos outros. - Bem, escolham... - Disse, após conseguir que minha taça fosse completada com mais vodka com canela. Voltei a olhar para o grupo em que estava anteriormente. Ah, como eu pegaria aquele cara... Bem, sem mais arrependimento, esperei a minha próxima vítima aparecer.



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notes: I wanna kiss!
music: Salute - Little Mix
tag: Being a bad friend.
with: everybody.
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thank you secret from TPO.
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Stephen Woźniak Myers em Sab Maio 21, 2016 4:15 pm



Live and let die

Era-lhe surpreendente como a percepção de tempo passava despercebida quando se estava confinado em um ambiente como aquele. A audaciosa e tentadora combinação de bebidas, músicas delirantes e companhias exuberantes despertava na mente de Stephen uma sensação de profunda entrega, e seguiu-se assim até o momento, quando por fim se deu conta da extravagância na qual se encontrava — devia estar terminando de sorver sua oitava dose de uísque a essa altura, e os efeitos traiçoeiros do álcool começavam a articular nos pensamentos do rapaz seus comandos imprudentes. Percebera também, subitamente, que a ânsia de retirar-se extinguira. Agora apreciava o local.

Com o olhar turvo e vagaroso de um sujeito à mercê da embriaguez, correu os olhos pelas companhias ao redor, e em seguida se atreveu a encarar as outras presenças desconhecidas que se aglomeravam no bar. Duas ruivas aparentemente — uma das grandes fraquezas de Stephen — e uma loira. Belíssimas, de fato. Fitá-las, no entanto, pareceu-lhe um ato demasiado árduo, pois a vista se achava desfocada devido ao excesso de álcool.

Ainda assim, pôs-se a agir: — Ei, gracinhas! — bradou para elas, a voz pastosa e falha sobrepondo-se ao som pulsante da música. Dos cantos dos lábios dele via-se um sorriso torto, cômico até, de um indivíduo claramente esforçando-se a mostrar-se sóbrio, porém falhando miseravelmente. Estava bêbado, porra. — Eu pago as bebidas. Todas por minha conta. — Nessa hora, jogou a cabeça para o alto e largou uma gargalhada histérica, sem motivo aparente. — Ah, sim... pago... Para beldades eu pago… — Elas, contudo, jamais lhe dariam a devida atenção; presumivelmente guardavam repulsa de homens castigados pela ebriedade.

Stephen, de qualquer modo, tentou erguer-se abruptamente. Um gesto vão e equivocado. Seu corpo de imediato cambaleou numa direção aleatória, as pernas se confundindo entre si, todavia fora curto o trajeto: esbarrou em um corpo robusto, resistente ao impacto. — Ah, porra... — Forçando-se a recuperar a estabilidade, alteou o rosto debilmente e deparou com Sebastian adiante. Tão logo avistou o amigo, sentiu um novo sorriso espalhafatoso brotar no rosto, recebendo-o com desmoderado entusiasmo.

Seba, cara, você me salvou, sabia?! — Um riso entrecortado e indistinto escapou da boca de Stephen. — Salvou mesmo! Estava indo dançar e quase tombei... — Por meio de um gesto impreciso, apontou o dedo em riste no sentido da pista de dança. — Pretendia me divertir ali, mas acho que preciso de umas bebidas a mais... — Sofregamente, retornou então — vacilante no caminhar — ao assento próximo do balcão, voltando-se para o barman. — Mais duas doses de uísque, sim? E seja breve, amigo, pois estou com certa pressa. — Refém da euforia momentânea, passou a tamborilar os dedos na superfície do balcão, aguardando o surgimento do novo pedido.


There is nothing left to lose




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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Clarice Daalov Blanchard em Sab Maio 21, 2016 8:24 pm

A mais nova seguiu a irmã mais velha e sua amiga loira até o bar, sendo praticamente arrastada até lá. Clarice sorriu de canto para a loira, olhando logo em seguida para a irmã.

-A sedução fica com você, querida-Disse piscando para Juliett-Eu não preciso disso.-Riu e beijou o ombro esquerdo enquanto se virava para o barman.

-Ei, delicia! Eu quero uma dose de whisky, e uma dose dupla de você, se possível.-Sorriu para o barman e deu uma piscadela.

Sua bebia chegou rápido, junto com um papel dobrado contendo um número de telefone e um número. Mostrou o papel para a irmã e riu, entornando a bebida de uma só vez e sentiu sua garganta pegar fogo. Um bêbado se aproximou das três garota e começou a falar baboseiras, Clarice revirou os olhos e olhou para a irmã.

-Pode ficar.-Disse no ouvido dela, se afastando e olhando em volta em busca de algo que lhe interessasse.

A noite estava chata, entediante, sem porra nenhuma para fazer ou pegar. Se Clarice não grudasse seus lábios no de alguém logo, teria um ataque. A ruiva balançou a cabeça e andou pela boate, recebendo algumas cantadas de homens e mulheres, mas nada que lhe interessasse.

Até que avistou, de longe, um rapaz que conversava com outras pessoas. ''Olá, gatinho'' pensou enquanto caminhava em direção ao rapaz.

Mesmo estando de salto, o moreno era mais alto que ela, então Clarice tocou nos ombros do cara e endireitou a postura, colocando um sorriso torto nos lábios.

-O que acha de sair dessa conversa chata e ter uma dança animada comigo?-Clary sorriu mostrando os dentes, enquanto apontava para a pista de dança e para o grupo que estava com ele.    

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Wyatt B. Gallagher em Sab Maio 21, 2016 10:21 pm




 
 
 











Estava uns papos muito doidos e perdi totalmente o foco da conversa e da situação. Só bebia cerveja e pensava no que eu fazia porque não tinha nenhum motivo aparente e me mantinha ali. Como um pedido, viera quem me tirasse do devaneio chato do momento, terminei a bebida e sai dali de perto indo com a ruiva para a pista de dança.

Deveria estar muito impulsivo em ir tão livre assim para alguém que nem sequer sabia o nome. Segui a jovem de perto e quase beijei o pescoço da mesma, mas me segurei até que a mesma se virasse. Eu estava com fome, não fome de sangue como os vampiros, era uma coisa mais carnal por ter visto alguns casais ali perto e eu querer uma interação assim.

Quando ela se virou para mim em meio a beirada da pista de dança já levantei a mão direita para o pescoço dela e a mão esquerda para a cintura da mesma. Fui machista e egoísta com o meu avanço para beijá-la, mas ela que me chamou pra dançar então mesmo sendo um pouco precipitado, contava que fosse algum tipo de intenção recíproca.

Toquei nossos lábios rapidamente um pouco e logo intensifiquei o beijo, mexendo suavemente no pescoço dela caso ela retribuísse e prolongasse tal ato. Não queria pular a dança, mas dançar não iria me fazer esquecer o impulso com a ruiva e eu fiz isso por mim. Contava com a atitude recíproca dela, eu sentia o cheiro similar com a Jules de antes, mas não me importava se era uma vampira, ou aswang, naquele instante queria ela.

Parei um pouco o beijo sendo talvez tarde demais pra ser educado e sussurrei sem graça: - Desculpe a educação. Me chame de Wyatt. - Esperava uma resposta dela podendo ser a educação espelhada, um tapa na cara, ou talvez outro beijo porque queria me beijar mais. “Será que beijava bem? Usar a desculpa de sem reclamações é furada.” Mais de seiscentos anos, alguma coisa em mim devia estar enferrujada e com certeza não seria o sexo.
Dont you hate that?

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