[RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

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[RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Noah Van Der Wölffmeyer em Sex Maio 13, 2016 2:13 pm

Relembrando a primeira mensagem :

— PANDEMONIUM
A postagem é iniciada por QUEM QUEIRA PARTICIPAR. Estando então, ABERTA para os demais. Passando-se esta em 13/05/2016, PANDEMONIUM. O conteúdo é LIVRE. A postagem está EM ANDAMENTO.

Pandemonium:
Pandemonium

Pandemonium é um nightclub (clube à noite) usado por todas as raças para festejarem mesmo sem ter conhecimento de cada um o que é. O local é só aberto à noite a partir das 10PM (22h), onde jazem diversas áreas no local que os seres podem usar e usufruir. A residência está sob o comando por um bruxo chamado Magnus há 300 anos quando este criou.

A entrada é uma porta vertical de largo porte a fim de permitir que diversas "pessoas" entrem simultaneamente. Sobre o portão de entrada há um letreiro escarlate com Pandemonium gravado, mas pisca "demon" ora ou outra.

No lado interior do clube é onde a diversão vive, este que é tem um tom enegrecido, contudo, ele é iluminado por iluminadores de muitas cores coloridas. No lado direito há o bar com uma variedade excêntrica de bebidas que você possa imaginar. No lado contrário ao bar você pode achar a ala social, local repleto de mesas de forma circulares com cadeiras para que os viventes possam se socializarem e conversarem com mais calma. No centro pode-se achar talvez a área mais usada, a danceteria que cabe milhares de pessoas até. Mais ao fundo, logo após a pista de dança, tem talvez a área mais cobiçada pelo povo que frequenta Pandemonium, a Área Vip, esta que só pode ser acessada caso o próprio Magnus te convide.  

— exilium rpg
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Clarice Daalov Blanchard em Sab Maio 21, 2016 10:53 pm

O cara foi rápido, já lhe pegando pela cintura e lhe tascando um beijo. Clarice não teve tempo para pensar, seus lábios já estavam grudados ao do rapaz. Pera ela, que havia nascido muitos anos a mais do que aparentava, aquilo seria um tipo de grosseria  da parte dele. Mas...ora! Ela fazia a mesma coisa.

Os dois se afastaram e os olhos brilhantes de Clarice encaram o rapaz chamado Wyatt, a ruiva sorriu para ele.

-Sou Clarice, mas pode me chamar de Clary!-A ruiva gritou para que a voz se sobressaísse à música.

Ela colocou as mãos tão gélidas como as de um morto no pescoço dele e se esticou, aproximando seus lábios. Uma de suas mãos foi parar nos cabelos dele, dando leves puxadas e as vezes fazendo um carinho na nuca com a outra mão.  

Mordiscou-lhe o lábio inferior e um sorriso maroto surgiu em seus lábios vermelhos e delicados. Precisou ficar na ponta dos pés mesmo usando um salto de 5 cm para que alcançasse uma altura confortável para o beijo.

Vestindo          

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- JENNA -
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Wyatt B. Gallagher em Dom Maio 22, 2016 12:38 am




 
 
 











Percebi que a garota queria mais e apesar dela mexendo nos meus cabelos não me importava mais nada. Parecia que apesar do local só estávamos nós, porque nem me importei de descer uma mão para as pernas dela e a levantar um pouco. Revirei os olhos porque quem eu estava enganando sendo gentil. Desci a outra mão e repeti o movimento para levantar a garota com um simples movimento e a mantive segura pelos quadris.

Agora a mesma tinha altura para me beijar de verdade e sem deixar baixo, também tinha um enorme caminho para bagunçar meus cabelos se ela quisesse continuar mexendo com eles. Me passou pela cabeça minha primeira vez em que fiz com uma garota que me atendia em um bar, e ela me cedeu o corpo dela sem nem eu ter investido muito na mesma. Não matei a curiosidade se era facilidade de falar com as mulheres, ou se apenas elas tinham preguiça de discutir comigo por algo em minha aparência.

Sorria em minha mente lembrando daquele filme Dorian Gray porque era quase aquela mesma metodologia que a mim. Não envelhecia e podia ficar com qualquer um e ter famílias pelo mundo que não faria diferença pela minha imortalidade parcial. Não tinha ainda cansado de parecer jovem e era gostoso parecer jovem para quem fosse, era bom ficar naquele estado quase eterno e ter sempre a opção das festas jovens.

Sai do meu devaneio e parei o beijo um pouco: - Esqueci de te perguntar, prefere sofá, ou no banheiro. - Semicerrei os olhos malicioso: - Soube que o box de deficientes é ótimo para uma intimidade casual se quiser. - Confirmei com a cabeça e retornei o olhar normal enquanto a esperava responder. Não aguentando manter a boca fazia com ela tão perto e beijei de leve aquele pescoço claro da jovem.
Dont you hate that?

Post #00 // Polyvore // Tag h1 // Tag h2 // BY LOONY!
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Sebastian T. Vastia em Dom Maio 22, 2016 11:35 pm

danger

I want to resist, but I can't hold it back.
The beast is unleashed, it's got to attack.
Again and again the, force is too strong.
It's breaching the chains. I'VE GOT THE BEAST INSIDE


Esquivas parcas, gracejos e olhares em flerte dominava-me as atenções à medida em que me aproximava de meu tencionado grupo. Mesmo diante do alvoroço visual em que o grande contingente de frequentadores, misturados aos lampejos de luz excessivos dos holofotes e os demais efeitos especiais apresentados pela casa, minha visão, assim como meus instintos e reflexos naturais, dificilmente eram prejudicados. À poucos metros dos demais, pude notar que aqueles os quais eu não conhecia foram os primeiros à me reconhecerem. Eu, por outro lado, buscava um vislumbre mais detalhado ante àqueles os quais conhecia. Naquele universo, não eram muitas as mudanças físicas as quais se faziam presentes, afinal. A imortalidade caíra bem em Zoë, por exemplo. Os traços em seu rosto, tal como as curvas em seu corpo, pareciam-me igualmente  familiar - e desejáveis, de fato - ao da híbrida imortal a qual eu havia partilhado algumas noites, anos atrás. Oliver apresentava-se de forma semelhante, ainda que seu desaparecimento instantâneo, antes mesmo que me desse conta, pareasse como uma incógnita em minha concepção. Normal, ruminei.

A pávia realidade era que, independentemente da sua longevidade, bastava um piscar descompassado para que tudo virasse do avesso. Com alguma convivência, você acaba se adaptando ao incompreensível, goste ou não. E eu era um desses. Havia muito o que eu não conhecia, e muito mais do que eu, sinceramente, não fazia questão alguma de conhecer. Propenso à atravessar a pista de dança, guiei um último olhar em flerte, visando a ruiva deslumbrante que passara rente à mim, deixando transparecer o charme elegante através do sorriso travesso. E isso fora distração  o suficiente. Quando voltei as atenções para o grupo, um atrito firme surpreendeu-me pelos pés. Atônito pelo infortúnio, não  fruí de muitas opções que me impedissem da queda, mas meus reflexos naturais foram suficientes para garantir-me uma posição menos constrangedora quando em solo. Sentado sobre o piso polido do clube, procurei por uma possível causa daquele acidente; E encontrei.

Os trejeitos rebeldes e o gênio impulsivo eram premissas suficientes para explicar aquela conduta. Um dia, Abigail fora uma surpresa agradável do destino - e sinônimo de noites turbulentas, diga-se de passagem -, mas nossa relação ficara no passado, assim como meu antigo estilo de vida. Se sereias lidavam bem com rejeição? Bem, não. Se a Rainha delas lidava bem com rejeição? Muito, mas muito menos. Ainda assim, mantive-me sob controle da situação e me atentei à sua imagem. Linda, loira e, falando com alguma propriedade, absurdamente gostosa. O tipo de mulher a qual qualquer rapazote com alguma virilidade entre as pernas se humilharia para ter. De qualquer forma, antes mesmo que pudesse me pronunciar, apenas as pernas da mulher pareciam dispostas a me ouvir. A torrente de champanhe desceu fria  rosto abaixo, encharcando dos cabelos ao blazer. Semicerrei os olhos, passando a mão sobre a face.

- Sério, Abigail? - Balbuciei, ignorado e abafado pelo som alheio enquanto acompanhava sua retirada em direção aos amigos. Limitei-me a gargalhar de toda aquela estupidez e então levantei-me. Busquei no interior da vestimenta um lenço convencional, passando sobre o rosto. Posteriormente, passei a mão pelos cabelos, certificando-me de que estariam, ao menos, ajeitados. Recomposto, dispensava com sorrisos e acenos as acompanhantes que insistiam em oferecer-me ajuda quando Stephen viera em minha direção, mais animado do que o normal. - A noite começou cedo para você, Stephen. - Disse em tom sarcástico, em alusão ao estado ébrio em que o rapaz já se encontrava. Aos sorrisos, tomei sua mão com a minha em um cumprimento firme e puxei-o ao meu encontro, pondo-o ao meu lado. Pousei o braço por sobre os ombros do amigo, caminhando de volta ao bar. Pouco importei-me com o fato de que continuava um tanto ensopado. - Bom te ver, irmão. Parece que nada mudou, não é mesmo?  - Articulei, tomando rumo ao local onde Abigail encontrara Juliett.

Finalmente diante do balcão, Stephen logo se antecipara ao providenciar as bebidas, prontamente atendido pelo barman. Pretensioso, aproximei-me das duas moças, ciente de que Teph estaria por perto. Seguindo as convenções, mas com uma pitada extra de ousadia, inclinei-me diante da atraente ruiva e estalei um beijo em sua bochecha, sabendo que receberia o mesmo em resposta, como um cumprimento casual. - Creio que não nos conhecemos, certo? Chame-me de Bash. - Apresentei-me de forma breve. Voltei meu olhar para Abigail e pus-me a despir o Blazer que a loira havia encharcado momentos antes, pondo-o sobre o balcão. O aspecto molhado contra a camisa formavam um contraste visível dos músculos bem treinados, do peito ao abdômen. Quase provocante, usei do mesmo lenço para secar-me o pescoço e a porção exposta do peitoral, largando-o junto do blazer ao fim do ato. Abri os braços diante das duas, lançando um sorriso cativante para a loira.- Feliz agora, Gail? Ou devo pedir uma segunda dose para continuarmos o show?




i'm just the beast inside the man

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Caitlin Lerch Wernersbach em Seg Maio 23, 2016 6:19 pm

And now we're face to face
I wanna take you away, lets escape into the music
Baby are you ready, cause its getting close. Don't you feel the passion ready to explode? What goes on between us no one has to know, this is a private show. Do you know what you started? I just came here to party, but now we're rockin on the dancefloor acting naughty.


Festas. Eu adorava festas. Principalmente aquelas em que todo mundo ia e eu podia conhecer mais pessoas. Era para uma que eu estava indo naquele momento. Vestia um vestido tomara-que-caia verde claro com rosas pretas, um salto preto de uns 10cm aberto, com fivelas, e uma bolsa de ombro também preta. Os enfeites se limitavam a um colar coleira preto e brincos de pérola. Todas aquelas cores contrastavam com minha pele branca e meu cabelo escuro. Meu batom era vermelho vivo, acompanhado de um pouco de rímel e sombra verde clara. Minha unhas acabavam o meu look com uma cor bege básica, dando um ar mais leve para minha vestimenta. Com um sorriso poderoso no rosto, adentrei o Pandemonium, local da festa.

O barulho de música preencheu os meus ouvidos. Seu ar enegrecido combinava com minhas roupas, mas isso fora um efeito proposital causado por mim. Passei a mão por meu cabelo, ajeitando da melhor forma possível, e olhei ao redor. Quem diria ali que eu era uma Banshee? Duvidava muito que até mesmo me reconhecessem. Respirei fundo. Era tão difícil não conhecer gente como eu. Nisso que dava ficar enfurnada em um cubículo o tempo todo, acabava não conhecendo ninguém. Andei lentamente por entre o montante de gente aglomerado por ali. Podia tentar encontrar alguém conhecido ou algo do tipo. Entretanto, como eu imaginava, isso não seria tão fácil assim. Cheguei a parte das bebidas e sorri para o barman que ali se encontrava.

- Então, o que tem para uma bela moça como eu? - Indaguei, piscando fofamente para ele. Isso nunca falava. O cara logo sorriu para mim e disse que iria pegar algo especial. Só esperava que não fosse algo para me dopar. Vire-me de costas para o balcão e fiquei observando aqueles que passavam. Havia dos mais bonitos aos mais bizarros, o que me dava muito medo. Mordi o lábio inferior e fiz uma pose de quem estava esperando alguém, embora estivesse sozinha. Sentindo uma presença atrás de mim, fazendo com que eu retornasse à posição anterior.  - Obrigada! - Agradeci pela bebida, logo tomando um gole da mesma. Parecia um coquetel de goiaba. Era adocicado e tudo mais. Muito bom! Agora eu só precisava achar alguém para me acompanhar que tudo ficaria perfeito.  

Thanks Tess
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Micaela Grant Tegardeen em Seg Maio 23, 2016 6:44 pm



Um imbecil. Dois imbecis. Três imbecis. Puta merda.

Se eu rolasse os olhos mais uma vez, jurava que eles iam virar e eu ficaria zarolha. Minhas unhas, pintadas de preto, continuavam da mesma forma que estavam a 5 segundos, quando eu tinha olhado da última vez. Com um copo de bebida na mão esquerda, e um cigarro aceso na direita, eu tinha a companhia certa para aquele momento tedioso. Momento esse, dentro de um clube. Clube que eu deveria estar dançando, me divertindo e enfiando a língua na boca de algum cara gato.

O que não era o caso.

Dispensei outro barman, que oferecia a 15 bebida da noite, e continuei a bebericar a que estava nas mãos. Naquele momento, agradeci por não poder ficar bêbada. Ser quem eu era tinha suas vantagens.

Uma troca de sorrisinhos maliciosos com um cara sensacional, um aceno discreto e 30 segundos de encarada depois, caminhei lentamente até o meu alvo. O mesmo me esperava, com um sorriso que ele achava que estava sensual, mas nem tanto assim. Permaneci com foco nele, com medo de ser distraída pelos outros babacas, até que sinto bater em algo, pelo tamanho mais parecia alguém e me viro para encarar a pessoa que não sai do caminho dos outros.
Clube • c/ Cait • linda
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Erik Krauss em Seg Maio 23, 2016 9:27 pm

A demon hunter went
to a demon bar...
Um caçador decidiu ir a um clube de monstros e criaturas nefastas... Não espere uma piada, apesar do fato ser engraçado. Era noite, Erik terminava de se arrumar para a festa no repugnante clube, Pandemonium. Duas noites atrás havia prendido um aswang e o levado para um armazém abandonado, onde o torturou por cinco horas ininterruptas até conseguir fazê-lo falar sobre o local onde ocorreria a festa.

O plano de Erik era se infiltrar no local, adquirir conhecimento sobre entradas e saídas, fazer um reconhecimento de terreno e acima de tudo, ouvir histórias sobre outros locais como aqueles ou até mesmo reuniões secretas de espécies mais baixas. Não planejava matar ninguém naquele dia, então foi desarmado. Para o cheiro de seu sangue não ser facilmente identificado, tratou de respingar o sangue do aswang torturado na parte interna do terno de modo que alguém com um olfato normal não se incomodaria e alguém com um olfato apurado teria certeza que era um aswang ali.

Se olhou no espelho do pequeno banheiro de seu apartamento e abriu um sorriso amigável, treinando para a interação social que teria. Então o sorriso se foi da mesma forma que chegou, de súbito. O homem passou a se encarar seriamente, cerrando os punhos e sussurrando:

- Pelo meu orgulho e minha promessa. – Decidiu não colocar a gravata, ficando apenas com a camisa branca por baixo do terno cinza. Então deixou o apartamento, partindo em direção ao clube.

___________________________________________________

A entrada larga do clube era apenas um atrativo a mais, convidando qualquer um a se perder no submundo das pragas que assolavam o mundo dos humanos. Vampiros, lobisomens, sereianos, banshees, demônios e anjos, todos em um só lugar. Erik desejou ter um lança-granadas e acabar com a festa naquele exato momento.

Entrou no clube sem ser notado, o cheiro de aswang deveria ter o ajudado de alguma forma, então abriu um sorriso animado assim que entrou no local, ouvindo a música alta que fazia a mente se confundir e o corpo vibrar. Havia muitas pessoas lá e também muitos monstros, raças baixas e raças altas, mas não deixavam de ser invasores, perigosos, cruéis e merecedores da morte.

Ainda com a máscara alegre que resolveu usar naquele dia, se aproximou do bar, notando várias pessoas ali ao redor, mas focando o olhar em uma garota baixa com cabelos negros, vestindo um vestido tomara-que-caia verde com algumas flores negras. A viu pedir alguma coisa para o barman e resolveu se aproximar.

Ela estava sozinha, o que iria facilitar a aproximação. Enquanto todos estavam em uma festa, Erik estava em uma guerra, analisando cada um dos alvos. Mas a garota não parecia nenhuma criatura que ele tanto repudiava, então deduziu que fosse humana. Sua esperança era convencê-la a sair dali caso fosse normal ou pelo menos descobrir sua espécie. Antes de finalmente chegar à garota, repetiu mentalmente “Pelo meu orgulho e minha promessa”.

- Eu pago para ela – Disse ao barman enquanto se apoiava no balcão do bar, de frente para a garota de cabelos negros com um sorriso simpático e com certo ar de mistério – Haden Stone – Se apresentou estendendo a mão para ela – E você?
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Dimitri B. Verhemoth em Ter Maio 24, 2016 10:36 pm




Sunday Bloody Sunday




O Inferno às vezes era chato. Gritos de tortura, súplicas para um Deus que nunca iria por as mãos ali. E ser líder disso tudo era bom no início, quando os meros seres de barro faziam merda sem saber que estavam. Mas agora... Se tornara um clichê vir pro Inferno.

Eu permaneci observando tudo por uma tela gigante. Todos os oito círculos infernais estavam em atividade, e eu achava tudo aquilo entediante. O mundo dos homenzinhos de barro tinha coisas mais interessantes, coisas que me excitavam e me atraíam completamente. Festas, bebidas, sexo. Muito sexo. Isso sim era mais interessante que ficar sentado observando aquela raça miserável pagando pelo que fez. Eles que se ferrassem.

Caminhei até a saída do meu grandioso palácio Infernal, e simplesmente surgi no mundo terreno. Aquele mundo que estranhamente era parecido com o Inferno. Só não era tão bonito, e era um pouco mais limpo. Arrumei a jaqueta de couro escura que vestia, e chequei minhas vestimentas. Eu poderia estar de terno, afinal, as mulheres gostam de homens de terno. Em um estalar de dedos, um terno todo escuro com uma gravata vermelha surgiu em meu pescoço, complementando toda a peça de roupa. Digno de um soberano.

Entrei em uma lamborghini, passeando pelas ruas antes de chegar na tal festa. Quem convidara era uma pessoa formidável, diga-se de passagem. Mas ninguém melhor do que eu, é lógico. Desci do veículo e entrei na boate, não me surpreendendo com a música alta.

-É, esse local sabe ainda como dar uma boa festa. - Comentei para mim mesmo, enquanto adentrava pelo meio da multidão e cantava algumas mulheres. Sinceramente, era uma boa ideia estar ali. Eu reconhecia alguns rostos, mas não me dirigi a eles, afinal, eles não me conheciam, mesmo eu conhecendo eles. Curioso não? É o que se ganha por ser o Diabo. Saber de tudo e todos, e não ser reconhecido.


-Me consiga uma dose do seu melhor conhaque. E que seja bem forte, porque hoje a noite promete. - Com um sorriso persuasivo, consegui fazer com que o barman reconhecesse a minha poderosa soberania. Contudo, eu teria que tomar cuidado, afinal, estamos em um clima peculiar. Ou eu estava.

Percorri meus olhos por todo o local. Havia um casal ali perto se divertindo a mais, outros estavam bêbados, e presumi que estava atrasado para a festa. Mas dane-se, iria me divertir do mesmo modo, com alguma mulher no fim da festa.

Caminhei por todo o espaço, até que achei uma mulher. Morena, olhos claros. Algo nela inspirava sobrenaturalidade, ou ela não estaria ali. Um sorriso sedutor brotou em meus lábios, embora meu olhar estivesse sério.

-Parece que está sozinha por aqui, minha cara. - Comentei com todo o ar diabólico que eu poderia passar, e com uma certa rapidez, passei para a sua frente: -Permita-me fazer companhia a você. Eu sou Dimitri.

valeu @ carol!

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Convidado em Qua Maio 25, 2016 12:01 pm

If i was your vampire

- 301 anos. - Murmurou. - 301 anos de existência, e é a primeira vez que eu vejo uma merda dessa magnitude. - Pronunciou mais alto, levando a mão esquerda a têmpora e apertando a carne que ali havia com os dedos, fechando os olhos em um aspecto de irritação. - 301 malditos anos. - Repetiu, levantando-se do trono e indo até o homem que estava ajoelhado a alguns degraus de distância, apoiando a ponta da bota de couro brilhante para seu queixo. - E isso nunca ocorreu debaixo de meu reinado. - A garota baixou a bota, e deu a volta ao redor do homem que choramingava baixo, manchando o carpete com suas lágrimas de sangue. - Claro que isso poderia ter acontecido em outro reinado após o meu, ou antes do meu. Não se sabe. - Divagou. - Mas não acho que isso deveria acontecer no meu. - Parou em frente ao prisioneiro, abaixando-se para que pudesse ficar a altura dele e erguendo o rosto com a mão esquerda que segurava-lhe o queixo, fitando os olhos negros dele que agora se encontravam com o verde dos seus. - Oh querido, não chore. - Disse, como quem sentia pena do homem. - Errar é humano. - Completou. - E eu acredito que você não seja mais humano certo? - Perguntou num tom calmo e sereno, olhando-o compreensiva. Ele não devia aparentar mais que 30 anos, mas poderia ter muito mais idade. Assentiu rapidamente, como quem queria se livrar daquele julgamento de uma única vez, o que causou um sorriso sádico no rosto de Madison, que agora exibia os caninos brancos como neve. - Então você sabe que não deve errar. Ao menos, não o suficiente para que chegue até mim. - Empurrou a cabeça para trás com força, desenhando uma linha no pescoço do homem cujo rosto estava manchado das trilhas que suas lágrimas haviam feito. Soltou o rosto e levantou-se, chutando-lhe a face com o bico da bota e fazendo com que o mesmo cuspisse sangue. E caminhou até o primeiro degrau que levava a seu trono, na intenção de sentar-se novamente, mas logo desistindo da ideia e retornando ao prisioneiro. - Ah, não. Irei lhe dar uma honra ao menos no fim de sua vida porque te achei bonitinho. - Sorriu ao dizer as palavras - Ponham-no de pé e segurem seus ombros. - Ordenou, alterando o tom da voz de divertido para autoritário. Os dois guardas, ambos de cada lado do homem o puseram de pé num solavanco, segurando-lhe os ombros com uma das mãos, enquanto seguravam os braços com as outras. A morena aproximou-se a passos silenciosos e curtos, segurando a cabeça com as duas mãos - Sorria. - Disse num tom divertido, puxando a cabeça para cima e a separando do pescoço num rasgo, jorrando sangue em seu rosto e parte do casaco que usava, jogando a cabeça para o lado esquerdo, fazendo com que um de seus conselheiros corresse e a apanhasse nas mãos, recuando para a posição em que estava anteriormente. A garota sacudiu os braços, na tentativa de limpar-se do sangue. - Mandem a cabeça para o criador dele com um bilhetinho falando sobre o crime e sobre a punição. - Ordenou, enquanto voltava o corpo para uma abertura que havia a sua direita - E troquem esse carpete, acho que um vermelho seria mais econômico para cada vez que eu matasse. - Completou, caminhando em direção a abertura que levava para seu quarto.


Madison tentava levar uma vida mais humana o possível, não que odiasse a "graça" que lhe houvera sido dada, mas a garota sentia falta de coisas que faziam parte do seu cotidiano. Coisas que não voltariam mais e que ela sabia que deveria adaptar-se para os novos anos que chegavam.

As luzes da boate, somada ao som e ao mar de seres dançantes, embebedados e drogados faziam com que a garota se sentisse humana outra vez. Ela acostumara-se aos novos tempos tão rápido quanto um camaleão mudava sua cor para se disfarçar na natureza. E ela adorava o modo com as coisas haviam se facilitado para a espécie dela, que agora se alimentava mais facilmente ao contrário de 150 ou 200 anos atrás.
Os guardas que a haviam acompanhado eram excelentes em disfarce, pois apesar de dançarem conforme o ritmo e envolverem-se com outros dançantes, eles nunca tiravam os olhos de sua rainha, que aproximava-se da pista de dança com exímia agilidade, encostando-se em um garoto loiro que dançava com uma menina que não devia possuir um quarto de sua beleza, o virando para si e beijando-lhe sem pensar duas vezes, mordendo o lábio do mesmo de maneira que pudesse ter uma amostra do sangue do garoto, afinal de contas ela não havia se alimentado ainda e estava tão faminta quando um leão.

Afastou-se do mesmo com um sorriso discreto, desaparecendo na multidão até que se aproximasse do bar, pois apesar de tudo ela ainda sentia a sede de um humano, e precisava de algo para aliviá-la. Estendeu o braço e segurou o pulso do barman, que a olhou nos olhos, um erro fatal pois era o que precisava para persuadí-lo. - Um bloody mary por favor. - Murmurou com um sorriso perigoso, soltando-o em seguida para que atendesse a sua ordem.

Tamborilou os dedos ao ritmo da batida e pensou como seria o DJ daquela festa, afinal era sempre bom conhecer pessoas lindas e arrastá-las para seu mundo. A cultura Hollywoodiana, apesar de nem sempre aproveitar 100% o que possuía em mãos, atraíra novos súditos para a garota, fazendo com que seu reinado crescesse e lhe proporcionasse mais diversão ao arrancar cabeças de outros vampiros.

Olhou para o homem que se aproximava dela, não era um dos melhores daquela festa, mas não gostava de ignorar as pessoas. - Não estou sozinha. - Respondeu o olhando. - Que bom para você. - Completou. Apanhando sua bebida e saindo de perto do mesmo imediatamente.


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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Aj K. Jul.-Lisenbrödher em Qua Maio 25, 2016 4:51 pm

i can't escape this now


[ . . . ]

Dois dias atrás.
"Eu não aguento mais esperar, eu não posso mais esperar. Eu não quero mais esperar. Já faz muito tempo que venho procurando a pessoa correta, e agora que a achei não irei mais ficar sentada igual uma planta esperando." Escrevia Aj em seu diário. "Não importa quando, aonde, ou sequer como, desde que seja com ele... Faz tempo que desejo perder isto, e agora que encontrei a pessoa correta... vou fazer. Não quero esses mimimis de luz de velas, música romântica, coisa chique, não. Quero que seja simples, do nosso jeito, calmo, sem pressão. Apenas quero que seja bom para ambos de nós."

[ . . . ]

Sh... — Disse, enquanto separou calmamente os lábios do casal, permanecendo-os próximos com uma curta distância. — Só... deixe fluir... — Soltou um arfar quente, e retomou o beijo. Mesmo que calmo e sereno, tomava ao mesmo tempo uma selvageria e intensidade incríveis, das quais permaneciam com a harmonia e sincronia perfeitamente calibradas que somente Kræssocht e Lisenbrödher entendiam. Somente os dois decifravam tal sincronia. Sentiu um arrepio percorrer pela epiderme de seu corpo, como se fosse algo fino, gélido é metálico traspassando toda a extensão de seu corpo. A morena não permitiu-se, nem ao menos tivera chance de, conter um baixo gemido que fora proferido em um murmúrio de seus lábios. Um calmo e não tão rápido 'Hm' que expressavam, nada além ou nada mísero, do que se não sentimentos que só poderiam ser compreendidos pela morena. Segurança, desejo, prazer, ansiedade, confiança, tudo isso coberto de uma leve pitada de dor, como se esses sentimentos fossem um cupcake, e ela -dor- a cereja vermelha, suculenta, deliciosa e atrativa do topo. Tudo isso, causado por um simples tapa e um aperto. Mas um tapa e um aperto, hm, de certa forma especial, uma vez que vindos de seu namorado.

Com a mão esquerda na nuca do rapaz, acariciando-lhe as madeixas louras ali jazidas, a outra mão deslizou-se do pescoço, percorrendo toda a extensão do tronco do rapaz, até chegar na barra da calça alheia. Exerceu certa pressão na mão canhota sobre a nuca de Kræssocht, intensificando e aprofundando o beijo, transformando-o em algo mais selvagem, sedento, como se aquilo fosse tudo e mais um tanto, e apenas isso, importasse aos dois. Como se o mundo fosse acabar no dia seguinte e só tivessem aquele momento para a despedirem. Sua mão, localizada na borda da calça do rapaz, logo passou ao fecho. Brincou com o botão, como quem quisesse provocar uma fera. E era realmente isso o que Amber queria. Provocar o namorado. Fingiu que ia desabotoar o botão, mas o soltou -botão-, e passou a deslizar o indicador por toda a extremidade da epiderme local: pelo ventre, pelo membro, pelas coxas. Agarrou com certa pressão a perna esquerda do rapaz, e transpassou a mão até perto de sua intimidade, arranhando de leve por onde suas unhas passavam.

Finalmente, suas mãos retornaram ao botão da calça de Oliver. Abriu-o, em movimentos calmos, mas ao mesmo tempo rápidos e furtivos. Quase despercebidos. Puxou o zíper para baixo, e parou o tempo rapidamente, só ela mesma em movimento. Com agilidade, livrou-se das vestes do rapaz e retornou o tempo ao normal. Agora ele estava ali, a sua frente, desprovido de qualquer tipo de roupa, que pudesse cobrir o belo corpo de Kræssocht. Foi descendo o corpo, e foi depositando beijinhos do maxilar até o ventre do maior, ficando então de joelhos ao chão. Sobrepôs uma das mãos em uma das coxas do rapaz, é com a outra agarrou de uma só vez a base do membro de Oliver. Levou o rosto até o que estava segurando, e o abocanhou, como se fosse uma criança com um pirulito. E realmente parecia uma. Fazia movimentos suaves de vai e vem com a boca, saboreando cada extremidade do membro alheio, sendo aquilo o único que interessava à garota naquele momento.

unless you show me how
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Caitlin Lerch Wernersbach em Qui Maio 26, 2016 11:03 am

And now we're face to face
I wanna take you away, lets escape into the music
Baby are you ready, cause its getting close. Don't you feel the passion ready to explode? What goes on between us no one has to know, this is a private show. Do you know what you started? I just came here to party, but now we're rockin on the dancefloor acting naughty.


Estava quase me contentando com o fato de que ia ficar a festa toda sozinha, quando um homem apareceu ao meu lado. Ele era alto, moreno, bonito... Ofereceu-se para pagar minha bebida e logo se apresentou como Haden Stone, oferecendo-me a mão, indagando meu nome. Ergui as sobrancelhas, com uma expressão surpresa. Não sabia muito bem o que fazer, então deixei seu gesto no ar. - Sou Caitlin... - Falei, já me recompondo e sorrindo em seguida. Achava formalidades dispensáveis. - Então, senhor... Haden, não é? O que está fazendo aqui? - Perguntei, dando um gole em minha bebida. Se fosse para flertar, então eu flertaria. Fazia um bom tempo que nada de interessante acontecia em minha vida, eu não iria dispensar uma oportunidade daquelas.

Dei um passo para trás, a fim de apreciá-lo por completo, quando um ser simplesmente bateu em mim. Virei-me ao mesmo tempo que a mulher. Ela tinha cabelos loiros e olhos azuis com pele alva, parecia uma boneca. Obviamente, era mais alta do que eu. Ter pouca estatura exigia sempre o costume de olhar para cima e era o que eu fazia naquele momento. - Desculpe-me, não foi minha intenção. - Falei, sentindo minhas bochechas corarem quase que imediatamente. Apostava que o homem atrás de mim estaria minha achando uma lerda retardada e perdido o interesse. Lá se ia minha chance de dar os pegas em alguém. Mordi o lábio inferior e olhei em direção ao balcão. É, ele ainda estava lá, só não sabia por quanto tempo. Meu maior medo é que a loira não fosse alguma criatura do bem, aí sim eu teria problemas.

Joguei meu cabelo para trás, tentando sentir alguma coisa diferente. Nada. Estava tudo em paz. Ao menos por enquanto. Tentei usar toda a fofura que eu tinha e sorri para ela. - Meu nome é Caitlin e o seu? - Que tipo de pessoa esbarra na outra e ainda se apresenta? Ah, lembrei. Do tipo banshee louca que não sabe de nada. Meu coração batia fortemente em meu peito, algo como um aviso de perigo. Senti minhas mãos ficarem geladas e um frio na barriga me percorreu. Aquilo era normal? Não fazia a mínima ideia. Talvez eu só estivesse nervosa. Nunca ficara em um local com tantos seres como... Como eu. Engoli em seco. Aquela tinha sido uma péssima ideia, ou não... Era tão confuso. Deveria ter ouvido Elise e ficado em casa. Sabia como era fácil de me descontrolar. E se eu acabasse gritando? Não seria nada bom.
 

Thanks Tess
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Clarice Daalov Blanchard em Qui Maio 26, 2016 11:45 pm

Os lábios do moreno em seu pescoço lhe causaram um arrepio gostoso, fazendo a ruiva arfar e puxar com um pouco mais de força os cabelos dele.

-Pode ser o banheiro...mas espero não ser interrompida por algum deficiente com vontade de usar aquele lugar.-Um sorriso maroto surgiu nos lábios da ruiva enquanto ela soltava suas pernas da cintura dele e o puxava para o banheiro.

Saiu empurrando todas as pessoas no seu caminho enquanto segurava com força a mão do rapaz atrás dela. Aquilo a fez sentir como se voltasse para as primeiras décadas da vida, quando começara a desobedecer o pai e ir em festas e todo tipo de evento só para dar alguns beijos.

As coisas ficaram ainda piores-ou melhores-quando sua irmã mais velha reapareceu, agora sim o circo estava armado! A breve menção à sua irmã fez a mais nova se perguntar onde ela estaria, mas afastou o pensamento ao lembrar-se que tratava-se de sua irmã, e muito provavelmente estaria bem.

Entraram no banheiro com poucas pessoas presentes, entrou na cabine de deficientes e puxou o moreno, dando-lhe um beijo de tirar o fôlego enquanto descia suas mãos pelo seu peitoral e voltavam para os cabelos.  
Vestindo          

● ● ● ● ● ● ● ●
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Wyatt B. Gallagher em Sex Maio 27, 2016 12:49 am




 
 
 











Sentia a pressão dos puxões da garota em seus cabelos, sorriu malicioso com o comentário dela e mais ainda com a pressa em que o lavava para o banheiro. Era divertido não ser o fominha sexual como geralmente fazia o papel. Talvez seja divertido fazer sexo com outras criaturas que de certa forma, ou mais corretamente poderiam acompanhar o ritmo das relações normais por força, rapidez e até mesmo voracidade nas mordidas.

Poderia rir da pressa dela mais tarde, quando já tivéssemos feito todas as vezes que conseguíssemos foder dentro do banheiro. Não esperava o mesmo cheio, nem tão vazio para já começar a apalpar a garota depois de entrar no local com cheiro de urina forte. Lembrava das visitas aos vilarejos próximos em que transava com as virgens antes de seus casamentos, não era pago, mas a recompensa da despedida de solteira era muito boa.

Agindo como cenas cortadas de um vídeo bem editado e pulando o visual do banheiro para já a cabine dos deficientes com a mesma me beijando fortemente, passando a mão no meu peito e voltando para os cabelos. Vi o local envolta com um espaço mais limpo do que esperava e uma bancada para coisas ali perto, nem esperei muito a garota pedir e enquanto a beijava fui tratando de tirar meu casaco.

Parei o beijo com ela apenas para levantar a camisa e passar pela cabeça para juntá-la com o casaco na prateleira. Avancei contra a garota empurrando a mesma contra a parede não mortalmente forte e mais rápido do que o comum. Mordia o pescoço dela e passava as mãos pela cintura dela, sorria de leve e levantava o vestido da mesma para ver o que ela vestia e se seria rápido de tirar. Era uma branca parecida com papel toalha só que mais fraco, sorri me abaixando sobre ela e mordendo a calcinha já puxando e rasgando enquanto mastigava. Era um calcinha comestível.

Só mastiguei o que peguei com a boca e o resto joguei na prateleira pra mais tarde de lembrança. Retornei para aquele virilha da jovem e cai de boca dela, passando a língua entre os lábios, e mexendo com o clitóris durante uma penetração calma com dois dedos na abertura maior da xana dela. Fiquei atento com as reações dela apenas provoca-la e com os gemidos dela logo subia para beijar aquela boquinha de drogas.

Mexia de leve a cabeça com o beijo durante as futucadas com os dedos na vagina dela e um sorriso quase instalado no rosto pela safadeza do ato. Queria ela gemendo e me pedindo para invadi-la de outro modo, mas se demorasse muito iria entrar por pressão do membro dentro da calça. Não gostava de parecer um estupro, mas ela não era uma humana comum e esperava que se chegasse no ponto limite dela se houvesse algum já saberia por algum empurrão ou soco dela.

Sendo talvez mais provocador que um copo de água para alguém no deserto perdido, descia pela boca dela um pouco e a mordia enquanto a penetrava. Fazia um revezamento de ambos os lados já deixando pequenas marcas redondas nela e adorando saber que mesmo com regeneração ainda teria aquelas identificações por algum tempo. Voltava a boca um pouco, brincando com as língua sem deixar que tivessem privacidade dentro das bocas, mas logo se entregando novamente ao beijo comum e fazendo aquelas reviravoltas e carinhos na língua dela.
Dont you hate that?

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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Micaela Grant Tegardeen em Sex Maio 27, 2016 4:00 pm



Pequena, frágil, observadora mas nem um pouco inocente. Era o que eu podia ver em seu rosto nervoso. A menina, que tinha grandes olhos de corça, parecia genuinamente desconfortável com a situação.

Não conseguia decidir se ficava irritada ou não. Seria minha reação natural, já que eu era uma pessoa irritadiça, mas com aquela garota em particular não parecia ser minha reação seguinte. Eu achava ela meio tonta, isso não podia negar, e mais parecida com um cordeirinho do que um predador num lugar claramente feito para carnívoros, mas eu não poderia me enganar. As aparências costumam fazer isso com as pessoas.

Respirei fundo e contei a 10, restabelecendo minha calma. Eu poderia mandar tudo a merda, mas eu não estava a fim naquela hora. Eu estava ali para “relaxar”, ok?

Caitlin. O nome dela era Caitlin. Incrivelmente, achei que o nome combinava com a pessoa. Com aquela cara de Barbie morena, e olhos brilhantes, um nome meigo era o ideal. Quer dizer, o que eu entendia de coisas meigas?

Avaliei a menina um pouco mais e com as sobrancelhas franzidas, respondi. – “Você tem esse costume? De perguntar o nome de qualquer pessoa que esbarra por ai? É meio incomum. Aliás, sou Micaela.”
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Erik Krauss em Dom Maio 29, 2016 8:18 pm

A demon hunter went
to a demon bar...
Um caçador decidiu ir a um clube de monstros e criaturas nefastas... E a piada continua. Erik fechou o punho ao ser deixado de mão estendida pela garota que ignorou o gesto, esfregando o dedos na palma da mão enquanto ainda mantinha o sorriso simpático nos lábios, apesar de agora este já estar mais fraco. Quando questionado sobre o motivo pelo qual estava ali, o homem riu brevemente e gesticulou com as mãos erguendo as palmas.

- Acho que estou aqui fazendo o que tod...

Então foi interrompido ao ver a pequena Caitlin trombando de costas com uma garota mais alta de cabelos loiros. Erik pensou em ignorar o acontecimento e partir para outro lugar, mas notou a timidez da morena quanto ao acontecimento, ela não poderia ser um monstro, agindo daquele jeito em um habitat natural para criaturas demoníacas, então o homem se apoiou no balcão, olhando para as duas conversando.

Notou certa hostilidade no olhar da loira, por isso decidiu ficar de olho no que poderia acontecer, disfarçando sua "espionagem" pedindo ao barman um Cuba Libre e aguardando com os cotovelos apoiados no balcão e baixando a cabeça enquanto atentava toda sua atenção para a audição, intencionando ouvir o que as duas conversavam.
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Derek Chevalier em Seg Maio 30, 2016 12:35 am


Havia estado na festa apenas alguns segundos, mas foi o suficiente para abusar do lugar. Era como se as pessoas estivessem se vestindo com pele de seres que realmente pudessem existir, andando por ai em algum lugar, á procura de vingança por aqueles que mataram seus familiares apenas para criar fantasias ridículas para que nós humanos pudéssemos nos divertir em festas ridículas. Esse era um pensamento confuso em meio á centenas de outros em minha mente. Meu amigo Gaspar, que ninguém além de mim era capaz de ver, brincava, apontando defeito em cada uma das pessoas no local, além de criticar a festa, as bebidas, a decoração, as músicas e ate mesmo minha fantasia.
Passei por um grande espelho e aproveitei para conferir tudo que estava vestindo, cada peça de minha fantasia de caçador. Tinha gastado muito para, por algum motivo que nem mesmo minha mente era ousada o bastante para tentar decifrar, parecer o mais real possivel, se podem considerar um caçador de monstros como algo real. A calça folgada trazia vários bolsos e lugares onde ele havia pendurado facas ( que embora pudessem parecer, não eram decorativas) feitas de prata que roubara de uma casa da vizinhinça, no cinto trazia um tipo de cordão com estacaas de madeira acopladas em cada espaço livre do couro.

Atrás, preso nas costas guardava dois facões que segundo o que eu disse aos guardas, eram obviamente falsos. Gaspar gargalhava sempre que pensava nisso, me elogiando apenas por meu esforço para parecer verídico. Ajeitei a escopeta de cano serrado realmente falsa que guardava dentro do sobretudo gasto que arrumei, enquanto ouvia mais uma vez uma história ridícula sobre quando o carro de alguém ficou sem gasolina no meio da estrada. Sinceramente dava vontade de por gasolina no cara e depois acender. "Calma amigo, melhor a gente dar o fora. Ta afim de roubar um carro?" Gaspar brincava, me convidando para quebrar a lei pela centézima vez, quando percebeu que eu não poderia estar mais desanimado po estar naquele lugar.

Sai á passos pesados do lugar, o sobretudo arrastando no chão quando me abaixei para abrir a porta de um carro usando um grampo e então fazer ligação direta, logo estando na estrada com meu velho amigo Gaspar sentado ao meu lado, no banco de passageiro. "Quando vai me deixar dirigir?" - Nunca. - Respondi de imediato antes que ele começasse a mesma ladainha de sempre. Insistindo para saber o motivo de não deixá-lo tomar conta da direção e mais uma vez eu não sabia como responder. Simplesmente não parecia certo, parecia o começo de um acidente fazer isso, deste modo nunca me arrisquei tanto.

Quando passávamos por um bar antigo ele achou que seria uma boa ideia entrar la e aderir ao meu personagem matador, o que ate pra mim pareceu divertido. Parei na frente do lugar e com um chute pesado abri a porta do estabelecimento, sendo recepcionado por vários olhares, alguns de curiosidade, outros de raiva e ate mesmo alguns de puro medo, fato esse que despertou meu interesse. - Parem de me encarar, escória. - Á passos calmos me dirigi ate o balcão e pedi uma bebida ao barman, que receoso ate mesmo de se aproximar de mim, sussurrou que não queria problemas, ao que respondi: - Calma. Basta ninguém me incomodar que não haverá mortes, agora traga minha bebida. - Tudo que ouvi como resposta foi um sim senhor e isso me fez sorrir de pura diversão. Quando ele voltou tremendo me fez ficar com pena e então puxei ele mais para perto. - Calma, moço, é só uma fantasia. Minha arma é falsa. - O cara se afastou e me olhou com um ódio que foi suavizado para algo semelhante á pena. 'o senhor vai morrer aqui'. Encarei o Gaspar com visível confusão. Esse por sua vez apenas deu de ombros. - Povo esquisito...
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Archie Englert Holmberg em Seg Maio 30, 2016 2:44 am


troublemaker
❝ Wanna be a Troublemaker ❞

Como uma brisa no horizonte sob o pôr do sol o ar comprimido nos pulmões do bastardo logo foi libertado com as diligentes carícias em diversas áreas de seu corpo. Tal coisa era feita seja com os lábios aveludados e possessivos da garota que o deixavam instigado e com aquele desejo possesso de “mais, mais e mais”, ou com suas mãos macias e acalentadoras que o acariciavam de modo saliente. Sua boca se encaixa com perfeição a dela, em uma sincronia idêntica de ambas as partes, um beijo prolongado ao infinito das sensações, dos sentidos, dos sentimentos, dos atos e do tempo em si. Era como desfrutar de algo que o viciava de forma gulosa, um vício enlouquecedor de saborear tudo aquele gosto ativo e lascivo dos lábios finos e róseos de Amber que logo foram possuídos por eles num brusco movimento como pertencessem a Oliver. Sugados com lentidão e sagacidade logo foram enquanto, ao mesmo tempo, os dentes pressionavam a pele quase rugosa do inferior alheio devido à desidratação que este se encontrava.

Soltou, então, em um abrupto recuo, percebendo que o ínfero ficou um pouco inchado devido ao que fez anteriormente, sem nunca deixar de pressionar em massagens a destra nádega da bruxa, constatando que esta tem uma textura epidérmica firme, volátil, macia, pois, agora, apalpava sob todas as peças que ela trajava. Não muito tempo depois, pra ficar mais manipulável o local, o rapaz a parte traseira das vestimentas da jovem, deixando somente a bunda volumosa e atrativa alheia à mostra. – Está me enlouquecendo. – Falou o inumano em meio a um murmúrio, sussurro acompanhado por um breve suspirar pesado. Referia-se ao fato de que o que ela estava fazendo, aquelas provocações em seu pênis e região próxima, estava o ensandecendo continuamente. Nisso, aproveitou para fazer o mesmo: provoca-la. As unhas foram cravadas numa nalga ao mesmo tempo em que a outra constantemente era apertada, mas logo recebeu um tapa estalado.

– Amber. – Suas presas surrupiaram a pele da clavícula da morena – mais especificamente na área de interligação com o pescoço, na curvatura -, sugando o local, fazendo bom sabor que a pele que a amada tem em toda a sua formosa e bem lapidada escultura corporal. Beijava no mesmo lugar que antes mordia, promiscuamente, conduzindo a palma direita para mais embaixo, acariciando a área mais íntima da coxa da garota. Outrora, precisamente, as pontas de dois de seus dedos – o médio e o anelar – tocaram aos lábios vaginais previamente umedecidos. Foi neste instante que tudo se congelou, até mesmo ele ficou paralisado.

Quando de por si, Oliver estava completamente desprovido de qualquer vestimenta que antes revestia o seu corpo. Ela não para de provocar por nem um segundo sequer, já tendo percebido, provavelmente, o extenso membro enrijecido e erguido do homem de mechas douradas. Contudo, lentamente, a cada carícia obscena que o depositada em seu físico, o seu pau latejava enquanto um sorriso profano automaticamente era esboçado na boca dele, que também pressionava os dentes no canto do ínfero lábio. Tomou a oportunidade para continuar o que antes fazia: seus dedos avançaram pela, agora, parte frontal da intimidade, indo por debaixo de cada vestimenta que Amber até então usava. Em um ato de força, força demoníaca e sobre-humana, rasgou a parte superior das vestes dela, levando consigo o soutien no processo.

– Huh. – Tal soltou som abafado e fervente escapou da boca do mesmo quando ela capturou o seu pênis com a cavidade bucal, chupando de uma forma lasciva, precisa, ágil. Não, a sensação dos vaivéns no corpo e na cabeça era demasiada indescritível, não tinha em mente e em seu vocabulários palavras que pudessem dar sentido àquele prazeroso fazer. A mão esquerda saiu de sua posição de conforto, sendo levada à região traseira da cabeça da namorada. Sentiu os suaves fios dos cabelos avelãs entremeio aos dedos que agarravam o couro cabeludo daquela área, ajudando a bruxa a exercer as chupadas com mais facilidade, ou seja, a ir e vir com mais versatilidade, coisa que aumentava gradativamente o prazer que o bastardo recebia. A outra mão, por sua vez, avançou mais na intimidade alheia, até ir de encontro à vagina, acariciando esta ao escorrer os dedos pelos lábios com perspicácia e agilidade. Antes de se focar no pequeno lugar, mas que causa mais volúpia às mulheres, o rapaz se permitiu que os dedos médio e anelar atravessassem para o interior alheio, fazendo simultâneos deslocamentos de vai e vem ao mesmo tempo em que se notava a umidade no local, a temperatura morna e, principalmente, as paredes internas que se contraiam contra os dedos.






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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Barbara Lœw. Wøfrawbjank em Ter Maio 31, 2016 9:17 pm

the party goes on

117 anos de tédio, Amélie — bufou para a francesa ao lado. Uma seringa contendo o sangue da amiga pendia entre seus dedos, como um cigarro purpúreo. Levou-a à boca e posicionou a ponta entre os lábios, pressionando levemente o êmbolo. O líquido ainda quente escorreu pela língua da vampira, realçando seus sentidos e seu instinto predatório. — Vou pra essa festa nem que seja só para beber.

Recebeu como resposta um mal-humorado "faz o que você quiser" antes de dar as costas à Amélie e partir. Não sabia muito bem aonde rumar para chegar ao seu destino, porém iria descobrir. Existiam informações em seu caminho, tinha certeza.

[ ... ]

Agradeceu internamente — a Deus ou ao diabo — pela escuridão local. Sabia que teria de sair dali antes do sol raiar, o que a deixava extremamente irritada. Ali, entre tantas pessoas, sentia o sangue de cada uma pulsar em suas veias ao ritmo da música. Passou a língua pelos dentes, ainda sentindo o gosto adocicado de Amélie. Ah, como a amiga lhe era boa. Não se importava em matar para sobreviver, mas isso lhe trazia problemas demais. Amélie era seu escape.

Seus passos foram rápidos e silenciosos ao dirigir-se ao bar, seu alvo mais que principal. Procurou não esbarrar em ninguém, temendo perder o controle pelo qual lutara uma Cruzada para conseguir. Assentou-se em um dos bancos e bateu o punho cerrado no balcão para chamar a atenção de um dos barmen.

Gim — pediu, olhando-o nos olhos.


NOTES: num sei to loka
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Stephen Woźniak Myers em Ter Maio 31, 2016 10:57 pm



Live and let die

A cabeça pousada sobre o balcão ergueu-se com a lentidão esperada de um sujeito parcialmente dominado pelo álcool. Seus movimentos eram débeis, e a expressão no rosto mostrava-se mortiça, quase vaga. Ainda assim, viu-se capaz de conservar um pouco da parcela racional de si, e isso parecia-lhe o bastante para avaliar os novos acontecimentos ao redor. Fitou primeiro o próprio copo — antes preenchido pelo líquido cristalino do uísque, porém agora guarnecido de água. Em seguida correu, sofregamente, os olhos em volta. Se deu conta de como o bar havia sido apoderado por uma nova leva de convidados. A grande maioria, é óbvio, não passava de rostos desconhecidos.  

Correndo de um lado a outro naquele compasso curioso, o olhar por fim fixou-se em uma única figura. A garota, ele pôde constatar, carregava traços leves, todavia não exatamente delicados — transmitiam, na verdade, um ar austero. De alguma forma, conseguiu atrair a atenção de Stephen que, decidido a conhecê-la, obrigou-se a levantar do assento e dirigir-se até ela, detendo-se somente a pouco centímetros da silhueta feminina. — Uma bela dama sozinha neste lugar é inaceitável, sabia? — As palavras, evidentemente, estavam carregadas de deboche — não destoavam da visível beleza dela, contudo revelavam o que parecia ser uma cantada deveras estúpida. Stephen até mesmo riu da própria investida.

Nah, não leve isso a sério. Gosto de me valer do humor para essas situações. Dói menos caso eu seja dispensado pela garota, entende? — Sorrindo, atreveu-se a tocar-lhe amigavelmente o ombro em um gesto breve. Nessa hora, distinguiu o copo adiante dela, disposto no balcão. O olfato aguçado identificou de imediato a bebida inserida. Gim, ele pensou, sentindo-se estranhamente triunfante ante a descoberta. — Enfim... Chega de enrolação. Me chamo Stephen. — Sem demonstrar hesitação, postou-se sentado no banco mais próximo, logo firmando os cotovelos na superfície do balcão. Em nenhum momento, no entanto, deixou de encará-la. — E eu ficaria bastante agradecido se você não me deixasse falando sozinho e... se apresentasse.

There is nothing left to lose




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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Caitlin Lerch Wernersbach em Qua Jun 01, 2016 10:14 pm

And now we're face to face
I wanna take you away, lets escape into the music
Baby are you ready, cause its getting close. Don't you feel the passion ready to explode? What goes on between us no one has to know, this is a private show. Do you know what you started? I just came here to party, but now we're rockin on the dancefloor acting naughty.


O olhar que a garota me lançava parecia avaliar-me de cima a baixo. Aquilo era extremamente desconfortante, mas deixei que me abalasse. Sabia que, provavelmente, minhas bochechas estariam muito vermelhas. Felizmente, a escuridão do local se encontrava a meu favor, escondendo esse pequeno detalhe do meu estado naquele momento. Depois de respirar fundo, a loira finalmente revelou sua voz, indagando se eu tinha aquele costume de perguntar o nome das pessoas em quem eu esbarrava. Abaixei a cabeça, concentrando-me em meus pés. Não era o que eu estava esperando que ela dissesse, mas o que eu queria? Estava em um espaço de criaturas sobrenaturais que, com certeza, não tinham paciência para aturar alguém como eu: frágil e inexperiente. Ao menos, disse-me seu nome. Micaela. Isso me fazia lembrar de uma série de TV sobre vampiros, em que um dos originais possuía o masculino daquele nome.

- Respondendo sua pergunta, não, eu não tenho esse costume. Eu só... - Não sabia o que dizer. Como podia explicar que era boba o bastante para vir ali em busca de aventuras e conhecer verdadeiramente o mundo do qual fazia parte? Deveria sair correndo, isso sim. Refugiar-me em casa e continuar com a farsa de que poderia viver normalmente como humana, sem mudar nada. Apertei um punho. Eu não podia ser tão covarde. Eu tinha vindo ali por um motivo e tentaria ao máximo cumpri-lo. Se, no fim da noite, não tivesse dado certo, tentaria de novo. - Tava afim de conhecer gente nova, só isso. Mas, se quiser seguir seu caminho, fique à vontade. - Não sei como aquilo saiu de dentro de mim. Desde quando eu era assim? Porém, eu simplesmente conseguira ser. Levantei a cabeça, demonstrando que não me sentia intimidade de forma alguma por aquela figura em minha frente. Precisava me misturar, mostrar que aquele era meu lugar e não ficar como uma idiota deslocada que mal sabia o que estava fazendo ali.

Naquele momento, recordei-me do belo homem que havia falado comigo no início. Virei-me, surpresa em ver que ele ainda estava ali. - Desculpe meus maus modos, é... Haden. Acabei me distraindo. - Disse, fazendo sinal, em seguida, para que ele viesse até mim. Perguntava-me que tipo de criaturas eram aquelas com quem eu estava lidando. A sensação de mistério deixava tudo mais interessante. O que eu mais temia eram que fossem vampiros. Nós, banshee, éramos um lanchinho muito atrativo para eles. Nosso grupo possuía um sangue... Peculiar, digamos assim. Como eu sabia disso? Elise me contara. E eu confiava em tudo que ela dizia. Não era porque a mesma era humana que não sabia de nada. Pelo contrário, minha tia tinha conhecimentos que nem mesmo as próprias raças obtinham. Segundo ela, fora minha mãe quem a ensinara tudo. Só me perguntava com esta última possuía acesso a essas informações, afinal, eram coisas bastante sigilosas.



Thanks Tess
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Charlote W. Barakat em Sex Jun 03, 2016 1:24 pm




nightmares




* Even tho you have nightmares you still tries to sleep, it fills you with DETERMINATION.

Sabe aquelas noite em que você não consegue dormi porque tem algo te incomodando ou teve um pesadelo ou simplesmente acha que algo está errado, bom, essa sou eu toda santa noite. Quer dizer, eu mereço eu posso e fui um ser horrível durante muitos anos da minha vida mas não mereço tanto assim universo que gosta de me ver sofrer.

Mais uma noite tentando dormir, porém... não tem um porém não consigo dormir estou quase matando meus vizinhos e sinceramente quase me matando porque sabe, depressão é algo que faz parte de mim e apenas tenho que lidar com isso, eu acho, não tenho certeza. Mas uma luz veio para mim (e não é deus, okay, é uma luz metafórica.) tinha uma festa de sei la o que em algum bar que eu ainda tinha o endereço guardado em algum lugar de minha escrivaninha. Vou ser honesta aqui, detesto lugares com várias pessoas, cheio de gente que eu não conheço e que eu provavelmente vou mandar de volta para o inferno se falarem alguma merda ou me irritarem mas sendo honesta de novo eu vou pela a bebida então... e eu não estou emocionalmente estável então bebida vai fazer bem para mim, né? Não sei, eu geralmente esqueço essas coisas quando eu bebo... faz bem então.

Agora vamos aos problemas de garotas, o que diabos eu vou usar para essa merda que eu não quero ir mas é isso ou encarar o teto até o sol aparecer? Toda agora se faz essa pergunta. Então decide pelo velho e clássico, calça rasgada no joelho preta, bota de coro que passava o tornozelo da cor preta e uma camisa um cinza bem claro quase braco um tanto justa que no canto esta escrito weirdo em japonês e com as pontas das mangas pretas e colarinho da mesma cor e não podemos esquecer da jaqueta também de coro e adivinha, também da cor preta.

Peguei a chave do meu carro, levei uma eternidade para achar a droga do endereço e finalmente sai para poder ir naquela boate.
 
— Aqui vamos nós — disse para mim mesma depois que sai do carro e olhei para a porta que dava para a tal festa ou bar, ao ver o lugar nem sei mas o que exatamente era.

Respirei fundo antes de entrar e me deparei com vários tipos de pessoas e com pessoas eu quero dizer seres diferentes. A boate tinha luzes para todos os lado, gente dançando e percebi que minha escolha de roupa talvez não fosse a melhor mas fazer o que, ninguém é perfeito, principalmente eu, eu nasci toda errada ou fui criada todo errada, depende do modo que você ver as coisas. Aqui era mais quente que lá fora então amarrei minha jaqueta em minha cintura e fui em direção do bar.

— Eu quero uísque sem gelo. — pedi para o cara do bar e ele sumiu de vista para pegar meu pedido e não demorou muito para vir. — Obrigada — o respondi tentando ser educada.





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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Aj K. Jul.-Lisenbrödher em Seg Jun 06, 2016 5:01 pm

i can't escape this now


Amber simplesmente estava ficando louca. Aquilo tudo, sentia como se estivesse acabado de conhecer o próprio namorado. Bom, de fato estava, mas no caso conhecendo certas partes dele. Estava conhecendo seu corpo, algo íntimo que no momento era apenas dele, mas ainda assim algo que estava sendo compartilhado com a morena. Afinal, se ele não quisesse compartilhar tal intimidade com a jovem, ele com toda e completa certeza impediria Amber de realizar tudo aquilo que ela estava fazendo.

A jovem bruxa poderia muito bem dizer que aquilo era uma das melhores coisas que ela já havia feito ou provado em toda sua vida. Era com ele que ela queria perder a virgindade, e era com ele que ela queria provar de tudo que não havia feito nem que havia testado. O único que ela pensava além daquela boquete, era exatamente o jeito de como haviam se conhecido.

[ . . . ]

”— Amber! Onde você vai? —“ Hannah sibilava ofegante correndo atrás de Amber. “— Hannah, já disse, se não quiser não precisa vir comigo. —“ Ela passava por várias portas e examinando todas. “— Mas eu preciso saber, eu preciso ver o que é isso. —“ Até que ela chegou em uma porta, que foi abri-la, mas estava trancada. “— Bom, eu vou indo. Se vira aí, que eu não vou ficar mais seguindo você pra acabar me fodendo com isso. —“ E então Hannah foi embora. Amber então revirou os olhos e encostou a orelha esquerda sobre a porta. Ela ouvia de novo. Os mesmos estalos, os mesmos grunhidos, os mesmos... gemidos. “Eu preciso saber que porra é essa...” Amber usou uma das muitas de suas manhas que aprendeu com seu ‘pai’ que era policial, uma técnica silenciosa de arrombamento. Ela pegou algo reto e fino para desaparafusar a fechadura da porta, e empurrou a tranca, finalmente a abrindo. A morena abriu levemente a porta, e... “Oh, fuck.” Havia uma das freiras de sua escola transando com o diretor. É, transando com o diretor. Amber não poderia negar que aquilo era algo excitante de escutar e ver, mas ao mesmo tempo nojento. ”— O que você faz aqui? —“ Uma voz masculina ecoou no ambiente e a jovem bruxa fechou rápida e silenciosamente a porta, virando-se de costas. Ela deu de cara com um rapaz pouco mais alto que ela. Eles estavam tão próximos um do outro, que faltavam centímetros de distância entre suas bocas. ”— E-eu? N-não e-eu só, e-eu... —“ A morena gaguejava, estava com os batimentos cardíacos acelerados, a respiração um tanto ofegante. O rapaz ergueu a mão esquerda até a franja dela, e a ajeitou para trás da orelha. ”— Você não deveria estar aqui. —“ Ele levou a mão canhota até a nuca da morena, segurando ali. ”— Sinto muito, mas... você vai voltar para sua cama. —“ E então ela simplesmente apagou. Como? Ninguém saberia. Apenas se sabe que ele colocou o corpo dela em seu ombro e a levou para seu dormitório.

[ . . . ]


Gemidos proferiam consecutivos e abafados da boca da garota. Ela aumentava os movimentos dos atos bucais no membro peniano do namorado, deixando-o com um prazer imenso, assim como o que ele fazia nela.

unless you show me how
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Re: [RP Aberta] — PAN/DEMON/IUM

Mensagem por Clarice Daalov Blanchard em Sex Jun 10, 2016 11:59 pm

Seu cabelo ruivo já estava mais bagunçado que um ninho de pássaros enquanto sentia o toque do rapaz por todo seu corpo, leves gemidos saíam da boca dela ao sentir as mordidas fortes dele em seu pescoço.    

Como de costume, levou suas mãos ao cabelo dele e deu alguns puxões e mordia de leve o lábio dele. Balançou os pés até retirar seus sapatos e joga-los pela cabine de deficientes que estava mais quente que o normal. Entrelaçou suas pernas na cintura dele e rebolou contra ele, arfando no meio do beijo.

Soltou os lábios dele, que era um dos melhores que já havia beijado em décadas, e saiu distribuindo beijos pelo pescoço dele, onde sentiu o fluxo do sangue quente naquela região e ficara com a garganta seca. Sorriu com a ideia de sugar-lhe o sangue, mas perderia o que poderia ser um excelente sexo. Deu uma mordida um pouco mais forte que as dele. Voltou seus olhos verdes para os castanhos dele e lhe tomou os lábios em um beijo mais voraz e faminto.

-O que acha de me ajudar a tirar isso?-Apontou para seu vestido cor de vinho que era muito pano para a atual situação.
   
Vestindo          

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