[RP FECHADA] The hybrids are coming - Atemporal

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[RP FECHADA] The hybrids are coming - Atemporal

Mensagem por Lexington K. Jovchelovitc em Sab Maio 14, 2016 12:45 pm

— The hybrids are coming
A postagem é iniciada por Lexington K. Jovchelovitc e Zoë Dreer Collucci. Estando então, FECHADA para os demais. Passando-se esta em Atemporal, Jardim de Luxemburgo. O conteúdo é LIVRE. A postagem está EM ANDAMENTO.
— exilium rpg
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Re: [RP FECHADA] The hybrids are coming - Atemporal

Mensagem por Lexington K. Jovchelovitc em Sab Maio 14, 2016 2:41 pm


The Beginning



O tempos mudam, minha vida se ajeitava, mas uma coisa sempre estavam lá: meus deveres. Não que eu fosse predestinado, no caso dos híbridos e sua origem era como um mistério não desvendado porque não só parecia que os que estiveram presentes já morreram e que os sobreviventes estavam se mantendo escondidos. Não importava nossa origem, estamos aqui e como em muitas raças temos a realeza.

Lembro do passado quando ainda não tinha sido transformado por completo e tinha algumas pequenas habilidades a serem escondidas, mas logo que foram descobertas me exploraram para eu treinar. Não que fosse chato, meu conhecimento se deve realmente ao treino desde aquela época, mas será que foi o suficiente? Talvez devesse ter dado mais valor. Era difícil e ainda é pior agora se dar valor a algo com apenas dez anos e só querer brincar.

Dentre os detalhes importantes dos meus deveres, o principal era a aliança. Pessoalmente achava duvidoso essa faca de dois cumes com raças não de fato iguais, mas com minha própria casa parecia quase fatal se fossemos traidores. Eu não conhecia a garota, mas marquei com o encontro com a mesma no Jardim de Paris, em plena luz do dia. Não somos vampiros, não corremos tanto risco de sermos queimados com a claridade, então era bom aproveitar esses benefícios que possuímos.

Já estava no parque, sentado em um dos bancos e revi os eventos que levaram aquele encontro. “Porque um encontro com uma desconhecida?” Eu perguntei para o conselho, apenas me disseram que era importante manter aliados próximos, principalmente com a mudança de líderes. Eu não discordava e nem era escroto de colocar meu poder em discussão como um artifício de obediência absoluta.

Os tempos mudaram, meus estudos não oficiais deixavam isso claro e apesar de achar chato, ainda reconhecia certo valor em fazer esses encontros quase frequentes. Mais cedo naquele dia ocorreu ainda o desfile de roupas que estranhamente pareciam gostas de me fazer sentir inexperiente. As roupas que escolhia iam de vulgar pra cotidiano, sendo que na maioria eram ternos e casacos pelo frio. Até questionei se queriam que eu vestisse algo mais velho porque com certeza estaria mais clássico como o gosto do conselho.

Ridículo ter um conselho que decidia até a roupa que eu vestia, mas ridículo ainda terem presenciado e avaliado minha primeira relação sexual. Claro que depois de saber que já haviam marcado aquela garota especificamente para aquele dia, eu cortei essas “tarefas” do serviços deles para apenas questões de guerra e alianças. Nesse caso, as roupas também porque a família dela era aliada da minha e a boa aparência não exagerada é bom para primeiras impressões.

Sai do meu devaneio de lembranças com uma mulher me chamando e perguntando se queria café, concordei e me levantei do banco pra falar mais baixo como queria o pedido. Terminando então de arrumar o café que pedi, inclui um saco de biscoitos com chocolate e em seguida paguei a senhora. Agradeci e retornei ao banco e comendo e bebendo um pouco enquanto apenas observando as crianças brincando ali perto. Não sabia se me adiantei muito, mas de manhã cedo era ao mesmo tempo bom e ruim dependendo da rotina da garota.

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Re: [RP FECHADA] The hybrids are coming - Atemporal

Mensagem por Zoë Dreer Collucci em Sab Maio 14, 2016 3:39 pm

I'm the beauty and the beast

I feel it deep within
It's just beneath the skin
I must confess that
I feel like a monster
D
 
efinitivamente eu odiava ter de acordar tão cedo, a empregada bateu na porta anunciando que já se passava das sete da manhã “Mas quem em sã consciência marcaria um encontro a essa hora?” questionei ainda me espreguiçando sobre as cobertas claras, aonde eu me sentia segura de verdade. Vencida pela insistência da serviçal, estiquei minhas pernas para fora da cama, erguendo meu corpo com dificuldade e muita preguiça. – Oui, je suis déjà éveillé ! – disse, ainda que enrolando a língua devido a sonolência, finalmente a serviçal deixou-me em paz, dei um impulso e levantei de minha cama, caminhei até o banheiro enquanto retirava minhas vestes , liguei o chuveiro e aproveitei a agua fria do primeiro jato para que por fim eu acordasse de verdade. A agua amornou e eu relaxei com o longo banho, sequei-me e a serviçal já avia arrumado minhas vestes para o tal encontro.

Não questionei quando o concelho pediu que eu me encontrasse com o homem, o que na realidade seria bom para os negócios de minha família, a proteção de todos os híbridos era de inteira preocupação, principalmente minha, querer que minha raça fosse protegida e que permanecesse duradoura como todos esses séculos. Sempre pensei que os híbridos fossem uma raça invencível e extremamente poderosa, porém alguns não são inteligentes o suficiente para entender que a união faz a força, e querem o poder apenas para si, em minha opinião? São crianças com desejo de superioridade própria, ao invés de pensar na superioridade da raça.  Enfim eu estava pronta, olhava-me no espelho quando meu estômago deu sinal de que algo faltava.

Desci as escadas, rumando à cozinha onde algumas serviçais estavam a preparar um delicioso café da manhã, porém minha fome não era de pão, bolos ou café com leite, sentia o pulsar de cada veia em casa pescoço, de cada uma ali presente, três deliciosas mulheres. Não que eu quisesse mata-las, era muito útil a mim, porém depois de certo tempo se alimentando do sangue fresco, você acaba querendo sempre o sangue fresco. – Clarence, venir ici et de me donner de votre sang! – ordenei a uma das empregadas, olhando fixamente em seus olhos, obrigando a fazer minha vontade. Prontamente a mulher aproximou-se de mim e ergueu o queixo,  deixando o pescoço a mostra, a veia pulsava e minhas presas cresciam, sem delongas eu as cravei e suguei boa parte do seu sangue, obviamente a poupando da morte.

Merci! Bébé reste. – sussurrei em seu ouvido, as mulheres já estavam acostumadas com essas cenas, normalmente minhas serviçais serviam-me ate a morte, carregando meus segredos e pecados para o túmulo.  Senti uma gota de o sangue escorrer pelo canto de minha boca, passei a língua alcançando-a, peguei o guardanapo e limpei meus lábios ainda avermelhados pelo sangue da serviçal. Dei um breve sorriso, quase satisfeita de minha sede, peguei o copo de café puro, e dei algumas bebericadas.  – Nettoyer la maison, ne devrait pas prendre longtemps –  dei a ordem e me virei assim que todas concordaram com a cabeça, sai da casa e rumei a minha moto, por fim me dirigindo ao jardim .

Creio que o homem já deveria saber com quem estaria lidando, soube que ele era intitulado como líder dos híbridos, mas eu torcia para que ele soubesse que eu não seria nenhum tipo de subordinada, nem mesmo os anciões mandavam em mim, não seria ele que faria isso. Enquanto andava pela bela Paris, pensava em  guerras, mortes e sofrimento, esperava de verdade que ele fosse tão cruel quanto eu, não aceitaria conversa com alguém sem pulso firme, nossa espécie estaria correndo risco se não fosse liderada por pessoas que estivessem determinadas a fazer de tudo para alcançar a gloria.

Chegando ao jardim, sem delongas deixei minha moto estacionada no lugar apropriado, a cada passo que dava, aproveitava o calor do sol e a paisagem estonteante, como eu amava meu lugar de origem, crescer em Paris fez com que eu fosse privilegiada como uma mãe que vê seu filho crescer forte e vitorioso, assim sentia-me a respeito de paris. Sai de meus pensamentos melancólicos e românticos para com a cidade, assim que vi o homem no banco, aproximei-me com cautela. – Je suppose, pardon... – murmurei o olhando – Você que é Monsieur Jovchelovitc? – questionei, arqueando uma das sobrancelhas – Pardon pelo meu inglês horrível. – comentei antes que ele pudesse de fato esclarecer minha dúvida. – L’odeur, é muito familiar! Plaisir ! Zoë Dreer Collucci. – assim que terminei de apresentar-me como manda a boa educação, encaminhei-me ate o banco, sentando ao lado do homem. – Qual a urgência da reunião?  
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Re: [RP FECHADA] The hybrids are coming - Atemporal

Mensagem por Lexington K. Jovchelovitc em Sab Maio 14, 2016 4:15 pm


The Beginning



Preguiçosamente e talvez sendo audacioso nesse departamento segurava o saco de biscoitos com uma mão e com a outra mantinha o copo de café perto da boca e logo próximo do braço do banco. Usava a telecinese com um biscoito para a minha boca sem pressa pra não engasgar e apenas não tão visível pelo copo próximo da boca e a vigia do outro lado. Além é claro da audição como último recurso caso tivesse algum ponto cego enquanto comia os biscoitos.

A comida logo acabara e então alguém falara comigo, meu francês pareceu até falhar pra entender a jovem, mas logo pronunciou meu sobrenome. Ela logo se ajeitou com a fala e voltou para o inglês mais usual pra mim pelo menos. Sorri com a pergunta dela e aproveitei dela ter sentado ao meu lado para comentar mais baixo os assuntos. Confirmei com a cabeça: - Me chame de Lex. É urgência é nossa raça. Há boatos da movimentação não natural de outras raças e o meu conselho me indicou duas atitudes: verificar alianças e estabelecer confiança.

Dei de ombros me virando um pouco no banco e pela primeira vez a fitei, subi o olhar para o rosto e foquei em seus olhos: - Não sou tão velho, não estabeleci confiança em nenhuma das famílias híbridas, só mantive a confiança que depositaram em meu pai. - Passei dois dedos na barba do queixo: - Não sou um velho que decorou livros empoeirados, preciso de aliados e sua família esteve com a realeza durante séculos.

Amacei o plástico da embalagem do biscoito com a mão quando a usei de apoio no banco: - Não vou permitir que nos menosprezem. Podemos ter muitas desvantagem, mas estou nesse jogo tempo suficiente pra saber que nós somos mais fortes que eles. Se eles nos querem, terão de morrer muito ainda pra nos superarem. - Levantei o copo para a boca e bebi o café. Talvez tenha sido rude, não importava tanto. Encurtava a ladainha de perguntas sobre o assunto.

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